domingo, 2 de outubro de 2011

Artistas canadenses usam bicicletas abandonadas em intervenção urbana




Utilizar as bikes como uma intervenção artística levou a comunidade de Toronto a enxergar uma solução para as centenas de bicicletas abandonadas l Foto: The Good Bike Project















As ruas de Toronto, no Canadá, ganharam um colorido diferente graças a uma ação idealizada pela dupla de artistas, Caroline MacFarlane e Vanessa Nicholas. As duas transformam bicicletas abandonadas em arte.

Tudo começou quando apenas uma bicicleta que estava abandonada em um posto da cidade foi pintada de maneira diferente, com a cor vermelho neon, e a cesta, instalada na frente da bike, serviu como vaso para plantas.

Após as mudanças, a bicicleta foi colocada próxima a um poste na cidade. E o resultado foi um bilhete dizendo que a bike deveria ser removida do local ou destruída. O ato gerou protestos, ganhou o apoio dos cidadãos e de um vereador e deu início ao “Projeto Bicicleta Boa”, que levará o ideal a todas as partes da cidade.

Pintar as bikes e usá-las como uma intervenção artística urbana levou a comunidade de Toronto a repensar diversos assuntos e a enxergar uma solução para as centenas de bicicletas abandonadas constantemente.

Mesmo sem oferecer apoio financeiro à causa, o prefeito Rob Ford, demonstrou interesse pelo trabalho e feliz com os impactos que as bicicletas terão para incentivar os debates sobre temas como planejamento urbano e arte.

Dentro de pouco tempo a cidade estará repleta de bicicletas coloridas e equipadas com plantas e endereços de sites que incentivem a criatividade e a transformação da comunidade. As artistas também comemoram o fato de que outros jovens abraçaram a causa e também têm trabalhado na reinvenção estética das bikes abandonadas.



Com informações do Tree Hugger .

Cidades com ciclistas são mais felizes, criativas e, sim, mais ricas


Crédito: Mediainvia

O estudioso de planejamento urbano Richard Florida cruzou o porcentual de ciclistas em cidades americanas com seus índices de renda e bem-estar. Chegou à conclusão de que centros urbanos com boas proporções de pessoas que pedalam para ir ao trabalho têm média salarial superior. Nesses locais, grande parte da economia se baseia na produção de conhecimento e o grau de instrução dos moradores também costuma ser mais alto. Os índices de felicidade e bem-estar acompanham.

A explicação estaria no fato de que cidades que favorecem a bicicleta tendem a atrair o que ele chama de classe criativa — cientistas, engenheiros, educadores, escritores e artistas. Santa Bárbara, na Califórnia, por exemplo, tem um porcentual de ciclistas 6 vezes maior que os EUA. A renda é 18% superior, e 45% dos trabalhadores são da classe criativa. São gente produtiva e inovadora que recebe melhores salários e faz a economia local progredir. “Bicicletas nas ruas contribuem para a imagem de uma cidade verde e saudável, onde se quer viver”, diz Florida.

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI260217-17933,00-CIDADES+COM+CICLISTAS+SAO+MAIS+FELIZES+CRIATIVAS+E+SIM+MAIS+RICAS.html

sábado, 1 de outubro de 2011

Passeio Ciclístico da Primavera de Caraguá tem apoio da Sabesp


Passeio Ciclístico da Primavera de Caraguá tem apoio da Sabesp

Evento acontece no domingo, a partir das 9h; percurso possui cerca de 14 km de extensão
A Sabesp fechou apoio para o Passeio Ciclístico da Primavera de Caraguatatuba, que ocorre no próximo domingo, 2, a partir das 9h. O evento é uma organização da Secretaria de Esportes.

A concentração será a partir das 8h na Praça Jorge de Castro, no bairro do Travessão. Os ciclistas partem em direção ao "Kiosk do Edu" (nº 43), na Avenida Geraldo Nogueira da Silva, na Praia das Palmeiras. O estabelecimento será o ponto de chegada e hidratação. Foram fornecidos 500 copos de água para o evento.

No local, os participantes receberão pulseiras numeradas para concorrer a uma bicicleta e outros brindes. Após isso, haverá o retorno ao bairro Travessão.
O percurso possui cerca de 14 km de extensão e os agentes da Secretaria de Trânsito acompanharão os ciclistas.

O evento é aberto ao público e quem quiser participar não é necessário fazer inscrição antecipada, basta se dirigir ao local da concentração portando uma bicicleta e os equipamentos de segurança. As crianças devem estar acompanhadas dos pais ou responsáveis.

Capital da Colômbia reduz poluição com rodízio, novos ônibus e ciclovia




Em Bogotá, o motorista tem benefícios para trocar de veículo e, assim, tirar das ruas carros velhos, que poluem mais.
O rodízio na capital é bastante rigoroso: um carro com placa final 1, por exemplo, não pode circular dois dias por semana.
Os ônibus coloridos, símbolo das ruas colombianas, estão dando lugar a veículos novos, cuja emissão e poluentes é bem reduzida.
Por fim, a cidade tem 350 km de ciclovias, e pedalar já faz parte da cultura local.

70% dos ciclistas de SP usam bicicleta para trabalhar e só 4% para o lazer



Para o senso comum, bicicleta é mais um hobby do que um meio de transporte, um exercício nos fins de semana, perfeita para um passeio pelo Parque do Ibirapuera. Segundo pesquisa do Metrô, no entanto, mais de 70% das viagens feitas diariamente de bicicleta na capital são para trabalhar – pelo menos 214 mil moradores usam esse meio para chegar ao trabalho todos os dias.



Se forem levadas em conta outras atividades do dia a dia, como ir para a escola, fazer compras ou ir ao dentista, o índice sobe para 96%. Recreação mesmo, como pedalar pelos parques, responde por apenas 4% das viagens. “Há um consenso de que a bicicleta é usada para lazer. Mas o uso está mais ligado à periferia e à população de baixa renda”, diz o professor de Transportes da USP Jaime Waisman. “E agora há jovens de classe média que usam por ideologia.”

A pesquisa O Uso de Bicicletas na Região Metropolitana de SP, de agosto do ano passado, aponta ainda que a capital tem quatro polos de bikes. Ao analisar os distritos com mais de 2 mil viagens por dia, observa-se que 70% delas estão reunidas em Grajaú (e Socorro), Vila Maria (Vila Medeiros, Tremembé e Jaçanã), Jardim Helena (Itaim Paulista, São Rafael, Itaquera e São Miguel Paulista) e Ipiranga (Cursino e Sacomã).

Primeiro lugar. O campeão de uso de bicicletas é o Grajaú, no extremo sul, onde são realizadas 9,4 mil viagens diárias. Essa é a única localidade em que o motivo principal não é trabalho, mas assuntos pessoais – como ir ao banco ou ao dentista.

“É um local populoso e de baixa renda, por isso se usa muito a bicicleta para coisas cotidianas. E a topografia ajuda. Mas também fica longe e as viagens para trabalho precisam ser em outros meios”, diz a analista de Transportes do Metrô e responsável pela pesquisa, Branca Mandetta.

Quadro parecido ocorre na zona leste da capital. Muitos ciclistas ali, no entanto, fazem uso conjugado da bicicleta com outro meio de transporte. Prova disso é que os bicicletários de estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), como Itaim Paulista e Jardim Helena, ficam abarrotados durante quase todo o dia, esvaziando apenas no fim da tarde, quando estudantes e trabalhadores descem dos trens e seguem pedalando para casa.

“Se houvesse mais incentivo acho que as pessoas começariam a perceber que a bicicleta pode virar um meio de transporte”, diz o técnico gráfico Baltazar Barbosa Carneiro. Todo dia, ele pega emprestada uma bicicleta no bicicletário do Metrô na Estação Itaquera e pedala por 40 minutos até o trabalho, perto de outra estação, na Vila Carrão. “Nesses últimos dias parei de vir assim porque o bicicletário fechou. A diferença é enorme. Agora, demoro 2h30.” O Metrô diz que o bicicletário vai reabrir, no interior do terminal.

A utilização na zona norte está relacionada com a grande quantidade de empresas existentes – principalmente a indústria pesada – na região da Vila Maria. E aqui se evidencia o primeiro incentivo para o uso das bicicletas. “Foram as indústrias as primeiras a reservar um espaço para operários guardarem as bicicletas”, diz Branca Mandetta.

O diretor de filmes Alexandre Cruz, de 38 anos, é um dos que adotaram a bicicleta por opção, após ter moto e carro. Em 2005, voltou para São Paulo depois de uma temporada no Rio e sentiu a diferença. “O trânsito estava muito pior, por isso troquei o carro pela moto. Mas faz dois anos e meio que não tenho nenhum dos dois e só pedalo.”

Por causa da filha pequena, sua mulher mantém um carro. Mas no dia a dia ele usa a bicicleta para ir de sua casa no Ipiranga, na zona sul, para o escritório em Pinheiros, na zona oeste, trajeto feito em 30 minutos. “Vou em ritmo forte, então preciso de um vestiário para me arrumar. Há lugares que não têm isso.” Em dezembro, ele sofreu um acidente na Rodovia dos Imigrantes. Um motorista o atropelou no acostamento, mas nem isso o desanimou. Pelo contrário, Cruz influenciou outras pessoas: “Meu sócio, meu porteiro e até meu pai começaram a pedalar.”

fonte: estadao.com.br

Brinquedos e bicicletas são alvos da Operação do Dia das Crianças

Técnicos metrológicos do Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial de Mato Grosso (Imeq-MT) iniciaram a Operação do Dia das Crianças. A ação começou no último dia 26 e segue até o dia 30 de setembro em cinco municípios: Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Sorriso e Lucas do Rio Verde. A fiscalização é voltada para a identificação de brinquedos e bicicletas de uso infantil comercializadas fora dos requisitos exigidos.

“Em Cuiabá 80% da fiscalização envolve as lojas e 20% shoppings. No interior são as lojas. Os produtos que estão errados, ou seja, não estão certificados serão apreendidos e posteriormente destruídos. Temos um nível de aceitação que é de até 5% na questão de regularidade. Passou disso, está num indicador de alerta e vai ser monitorado através das operações especiais intensificadas nos municípios de fronteira”, frisou Bento Francisco Gomes Bezerra, coordenador de Avaliação da Conformidade do Imeq-MT.

A Certificação é compulsória, cabe notar se ostenta o Selo de Segurança do Inmetro, se possui a recomendação da faixa etária e os dados do importador e/ou fabricante, CNPJ, endereço. Os quesitos analisados nos brinquedos estão determinados na Portaria 108/2005 e nas bicicletas na portaria 038/2005 .

São consideradas bicicletas de uso infantis, as que possuem o selim (banco) com altura máxima entre 435 e 635 mm. Nesse caso não podem ter partes cortantes, nem pontiagudas e não são para uso em vias públicas. Além disso, a recomendação é de que sejam (crianças) acompanhadas de um adulto ao andar com a bicicleta.

Em 2010 a Operação do Dia das Crianças obteve resultados dentro do limite aceitável (até 5%).

Bienal de Curitiba a pé, de bicicleta ou de van




foto: divulgação


A partir deste sábado, dia 1º, o Projeto Educativo da 6ª VentoSul – Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba convida a população para realizar visitas guiadas a pé, de bicicleta ou de van, com roteiros que passam por diversos pontos da cidade. As inscrições são gratuitas e limitadas e podem ser feitas no site


A visitação a pé permite a realização de percursos criativos aos espaços expositivos da cidade, e acontece todos os sábados, de 1º de outubro a 19 de novembro, a partir das 15h. O ponto de encontro é no Solar do Barão (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 – Centro). Os espaços visitados são: Museu Alfredo Andersen, Casa Andrade Muricy, Praça Tiradentes, Galeria Julio Moreira, Casa Hoffmann, Rua XV de Novembro ou Galeria da APAP e Solar do Barão (Museu da Gravura e Museu da Fotografia cidade de Curitiba).

Desenvolvida sobre o tema “Além da Crise”, a 6ª VentoSul inaugura uma novapossibilidade de visitação ao adotar a bicicleta como veículo em “tempos de crise”. “A ideia é proporcionar experiências inovadoras para a reciclagem do sistema de transporte coletivo urbano, sendo Curitiba a cidade escolhida para iniciar o incentivo ao uso de bicicletas”, destacam as responsáveis pelo projeto educativo da Bienal, Denise Bandeira e Sônia Tramujas. A visitação de bicicleta acontecerá todos os sábados, de 1º de outubro a 19 de novembro, a partir das 10h. O ponto de encontro é na Bicicletaria Cultural (Rua Presidente Faria, 226 – Centro) e os locais de visitação são: Museu de Arte na UFPR, Museu Oscar Niemeyer ou Jardim Botânico ou Ópera de Arame, e Solar do Barão (Museu da Gravura e Museu da Fotografia cidade de Curitiba). Será possível locar bicicletas por R$ 30.

Aos domingos, acontece a visitação guiada aos espaços expositivos com van. A duração será de aproximadamente 2h30, aos domingos, de 2 de outubro a 20 de novembro. O ponto de encontro é na Loja do Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999), às 10h. Os locais visitados serão: Casa Andrade Muricy, Praça Tiradentes, Museu Alfredo Andersen e Galeria da APAP.

O Projeto Educativo da Bienal de Curitiba, com curadoria das professoras de arte e especialistas Denise Bandeira e Sônia Tramujas, permite ainda o agendamento de visitas mediadas nos museus, individuais ou em grupos, e visitas escolares.

A 6ª Bienal de Curitiba está aberta ao público e permanece na cidade até o dia 20 de novembro, com obras de mais de 80 artistas de 37 países dos cinco continentes. A programação geral inclui projeto educativo, palestras, mesas-redondas, cursos, oficinas, mostra de filmes, performances e interferências urbanas, ocupando os principais museus, centros culturais, ruas, praças e parques da cidade. Para conferir a programação completa e obter mais informações sobre visitas guiadas e mediadas, basta acessar o sitewww.bienaldecuritiba.com.br.

Serviço:

VISITAS GUIADAS

Bienal a pé
Todo sábado
Data: 1º de outubro a 19 de novembro
Concentração: 14h30.
Horário de partida: 15h.
Ponto de encontro: Solar do Barão (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533, Centro).
Roteiro: Solar do Barão, Museu Alfredo Andersen, Casa Andrade Muricy, Praça Tiradentes, Galeria Julio Moreira, Casa Hoffmann, Rua XV de Novembro ou Galeria da APAP e Solar do Barão (Museu da Gravura e Museu da Fotografia cidade de Curitiba).
Inscrições gratuitas e limitadas no sitehttp://bienaldecuritiba.com.br/visitasguiadas/
*Programação sujeita a alterações em caso de chuva.

Bienal de bicicleta
Todo sábado
Data: 1º de outubro a 19 de novembro
Concentração: 9h45.
Horário de partida: 10h.
Ponto de encontro: Bicicletaria Cultural (Rua Presidente Faria, 226 – Centro) Roteiro: Museu de Arte na UFPR, Museu Oscar Niemeyer ou Jardim Botânico ou Ópera de Arame, e Solar do Barão (Museu da Gravura e Museu da Fotografia cidade de Curitiba).
Inscrições gratuitas e limitadas no sitehttp://bienaldecuritiba.com.br/visitasguiadas/
*Programação sujeita a alterações em caso de chuva.
** Locação de bicicletas no local por R$30.

Bienal de van
Todo domingo
Data: 2 de outubro a 20 de novembro
Concentração: 9h45.
Horário: Partida às 10h.
Ponto de encontro: Loja do Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico).
Roteiro: Casa Andrade Muricy, Praça Tiradentes, Museu Alfredo Andersen e Galeria da APAP.
Inscrições gratuitas e limitadas no sitehttp://bienaldecuritiba.com.br/visitasguiadas/

6ª VentoSul – Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba
Realização: Instituto Paranaense de Arte, UFPR e Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.
Patrocínio: Eletrobras, BNDES, Petrobras, Volvo, Correios, Compagas, Tiisa e Instituto Votorantim.
Co-patrocínio: Solumax, Artesian e Itaipu.
Parceria internacional: Goethe-Institut.
Apoio: Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Paraná, Fundação Cultural de Curitiba / Prefeitura de Curitiba e Ministério das Relações Exteriores.
Apoio institucional: Japan Foundation, Acción Cultural Española, Embaixada da Espanha no Brasil / AECID, Embaixada Real da Noruega, Embaixada da Colômbia, Escritório do Governo de Québec em São Paulo e Instituto Italiano di Cultura de São Paulo.