a bicicleta como meio de transporte, seja lazer ou trabalho, a bicicleta conectando vários assuntos no nosso dia a dia. noticias de vários lugares concentradas neste blog.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Vigilância no cemitério será com bicicletas
A vigilância patrimonial do Cemitério Municipal São João Batista, de Rio Claro, será feita com o auxílio de bicicletas.
Os veículos foram doados pela empresa Cia dos Túmulos à prefeitura. Segundo a Secretaria Municipal de administração, o objetivo é reforçar a segurança e garantir maior tranquilidade aos visitantes do cemitério.
A Vigilância Patrimonial da prefeitura explica que dois profissionais já estão sendo treinados para fazer o serviço utilizando as bicicletas e equipamentos de segurança.
A perspectiva é de que no início da semana que vem, durante a movimentação relativa ao Dia de Finados, na quarta-feira, os dois vigias estejam fazendo o trabalho com as bicicletas.
Com estilo e criatividade, as magrelas podem ser incorporadas à decoração da casa sem atrapalhar
Com estilo e criatividade, as magrelas podem ser incorporadas à decoração da casa sem atrapalhar
Xodó e meio de transporte, a companheira magrela deixa a sombria área de serviço e vai para sala. Vá lá que é menos por uma questão de vontade e mais por falta de espaço em pequenos apartamentos. Mas se você tem uma bike e não sabe onde guardá-la, não se aperte: confira as dicas de como deixar a casa mais charmosa com uma bike no meio da sala.
Estilosa, pode ser como um quadro pendurada na parede. Ou funcional e caseira presa à roldana, em um prático varal. Ou ainda compondo uma prateleira de madeira — ideia do designer americano Chris Brigham. Há uma infinidade de suportes — em geral, gringos — à venda. Mas é possível encontrar em lojas especializadas e peças práticas a partir de R$ 16.
“Tentei incorporar minhas bikes à decoração do meu micro ‘apertamento’. Não tenho uma garagem e como deixar as bikes apoiadas no chão sem atrapalhar a passagem. Então, pendurei as duas, uma atrás da porta de entrada e a outra na parede em cima do sofá”, explica a designer Elaine Pacheco.
Caso opte por pendurar a bike, a designer de interiores Marta Chassot sugere que a parede receba uma pintura lavável como látex brilhante, que facilita a limpeza. Se for apenas uma bicicleta, outra opção é pintar uma faixa com tinta preta ou aplicar piso epóxi, para evitar as marcas de pneus na parede. É só colocar fita crepe nas laterais e pintar o meio.

Caso opte por pendurar a bike na parede escolha pintura lavável
Xodó e meio de transporte, a companheira magrela deixa a sombria área de serviço e vai para sala. Vá lá que é menos por uma questão de vontade e mais por falta de espaço em pequenos apartamentos. Mas se você tem uma bike e não sabe onde guardá-la, não se aperte: confira as dicas de como deixar a casa mais charmosa com uma bike no meio da sala.
Estilosa, pode ser como um quadro pendurada na parede. Ou funcional e caseira presa à roldana, em um prático varal. Ou ainda compondo uma prateleira de madeira — ideia do designer americano Chris Brigham. Há uma infinidade de suportes — em geral, gringos — à venda. Mas é possível encontrar em lojas especializadas e peças práticas a partir de R$ 16.
“Tentei incorporar minhas bikes à decoração do meu micro ‘apertamento’. Não tenho uma garagem e como deixar as bikes apoiadas no chão sem atrapalhar a passagem. Então, pendurei as duas, uma atrás da porta de entrada e a outra na parede em cima do sofá”, explica a designer Elaine Pacheco.
Caso opte por pendurar a bike, a designer de interiores Marta Chassot sugere que a parede receba uma pintura lavável como látex brilhante, que facilita a limpeza. Se for apenas uma bicicleta, outra opção é pintar uma faixa com tinta preta ou aplicar piso epóxi, para evitar as marcas de pneus na parede. É só colocar fita crepe nas laterais e pintar o meio.

Caso opte por pendurar a bike na parede escolha pintura lavável
Prefeitura dá início a novo programa de aluguel de bicicletas na cidade
Prefeitura dá início a novo programa de aluguel de bicicletas na cidade
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Prefeitura do Rio deu início ao novo programa de aluguel de bicicletas na cidade, o Bike Rio.
O sistema desenvolvido com a empresa concessionária Serttel, em parceira com o banco Itaú, vai instalar 60 estações de aluguel de bicicleta em 14 bairros da cidade até 13 de dezembro. O prefeito Eduardo Paes participou do lançamento do projeto no Hotel Rio Othon Palace, em Copacabana, que também contou com a presença dos secretários municipais Carlos Alberto Muniz (Meio Ambiente e vice-prefeito) e Carlos Roberto Osorio (Conservação e Serviços Públicos); do vice-presidente de Relações Institucionais do Itaú Unibanco, Zeca Rudge; do presidente da Serttel, Angelo Leite; e do apresentador e apoiador do projeto, Luciano Huck, além de convidados.
O novo sistema de aluguel de bicicletas, que não teve nenhum gasto para os cofres públicos, começou a funcionarna última sexta-feira, quando já foram inauguradas 11 estações em Copacabana: Posto Seis, Sá Ferreira, Miguel Lemos, Cantagalo, Santa Clara, Dias da Rocha, Serzedelo Correia, Siqueira Campos, Copacabana Palace, Cardeal Arcoverde e Princesa Isabel. Para utilizar o sistema basta o usuário se cadastrar no site (www.movesamba.com.br) e adquirir o passe Samba, optando pelo pacote mensal (R$ 10) ou diário (R$ 5).
O projeto Bike Rio se soma ao objetivo estratégico da prefeitura de incentivar o uso de bicicleta como transporte alternativo. O projeto foi idealizado para que os usuários possam percorrer trajetos utilizando a bicicleta no percurso completo ou integrando com outros modais de transporte, além de ser um meio de reduzir os engarrafamentos e a poluição ambiental nas áreas centrais da cidade e de promover a prática de hábitos saudáveis na população.
Durante a cerimônia de lançamento, o prefeito Eduardo Paes falou sobre a importância do Bike Rio para a cidade:
- Hoje é um dia muito importante para a cidade. Esse projeto tem uma relação direta com o esforço da prefeitura de reduzir a emissão de gases do efeito estufa. Hoje temos dois grandes vilões. O lixo, e para isso já estamos trabalhando no caminho certo desde que inauguramos o centro de tratamento de resíduos, e o maior deles - o transporte. Com esta iniciativa aqui ajudamos não só a aumentar ainda mais o charme desta cidade, como também melhoramos a questão da sustentabilidade e da mobilidade urbana. Apostamos na bicicleta como um meio de transporte efetivo para a população, pois, além de melhorar o trânsito e a poluição, ela melhora ainda a qualidade de vida das pessoas porque é um meio de transporte que faz muito bem para a saúde – disse o prefeito, que aproveitou a ocasião para fazer um apelo à população.
- A prefeitura está fazendo a sua parte. Estamos aumentando a malha cicloviária e vamos dobrá-la até o final do ano que vem, chegando a 300 km. Mas a população precisa colaborar. Agora com essa nova operação, pedimos que as pessoas tenham zelo pelos equipamentos. Aqui na Zona Sul já temos muitas ciclofaixas e faixas compartilhadas, mas precisamos da atenção dos motoristas, pedestres e ciclistas para evitar acidentes – reforçou.
O sistema do Bike Rio é composto de estações inteligentes, conectadas a uma central de operações via wireless (conexão sem fio), alimentadas por energia solar, distribuídas em pontos estratégicos da cidade do Rio de Janeiro, onde os usuários cadastrados podem retirar uma bicicleta, utilizá-la em seus trajetos e devolvê-la na mesma, ou em outra estação, todos os dias da semana, das 6h às 22h.
Para isso, o usuário que quiser utilizar o sistema deverá preencher antecipadamente um cadastro pela internet (www.movesamba.com.br) e adquirir o passe Samba. O usuário pode optar pela mensalidade de R$ 10 ou a diária de R$ 5 (cobrados através de cartão de crédito) e não vai precisar pagar nenhum valor adicional desde que sejam respeitadas algumas regras. São elas: a bicicleta pode ser usada por 60 minutos ininterruptos e quantas vezes por dia o usuário desejar, bastando apenas que após os 60 minutos, o usuário estacione a bicicleta em qualquer uma das 60 estações, por um intervalo de 15 minutos.
A partir de dezembro 600 bicicletas estarão disponíveis em pontos estratégicos nos bairros de Botafogo, Catete, Centro, Copacabana, Cosme Velho, Flamengo, Gávea, Humaitá, Ipanema, Jardim Botânico, Lagoa, Laranjeiras, Leblon e Urca.
O secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osorio, explicou o novo sistema implantado na cidade:
- Esse modelo é diferente do que existia anteriormente, pois novas travas e pinos de fixação reforçam o sistema de segurança, para dificultar o furto das bicicletas; a tecnologia utilizada é muito melhor e mais eficiente; além do conceito de disponibilidade das estações serem concentradas em pontos estratégicos e da tarifa de aluguel que é mais barata. Esperamos com isso estimular ainda mais a utilização da bicicleta como um meio de transporte modal na cidade – afirmou.
As estações são interligadas por sistema de comunicação sem fio, via rede GSM e 3G, permitindo que as 60 estações de bicicleta estejam conectadas com a Central de Controle Samba 24 horas por dia. A Central irá monitorar em tempo real toda a operação do sistema, garantindo a melhor distribuição das bicicletas nas estações, e realizará atendimento dos usuários via celular e call center. O projeto também contará com oficina de manutenção para montagem e recuperação dos equipamentos e veículos especiais para distribuição das bicicletas. Para destravar a bicicleta, o usuário terá que fazer ligação do telefone celular ou interação pelo aplicativo para smartphones.
Durante o discurso, o presidente da Serttel, Angelo Leite, destacou que o mesmo modelo de aluguel de bicicletas é sucesso em outros lugares do mundo como Barcelona (Espanha), Londres (Inglaterra), Berlim (Alemanha), Toronto (Canadá), Amsterdã (Holanda). Ele espera que outras cidades do Brasil se inspirem no Rio para desenvolver o projeto:
- Agora implantamos uma nova operação com tecnologia sofisticada. Esse modal de transporte vai revolucionar as ruas e oferecer mais qualidade de vida à população. Que ele seja um exemplo para todo o Brasil – desejou.
As bicicletas, desenvolvidas pela Samba Transportes Sustentáveis, tem fabricação 100% nacional, pesam em torno de 15 quilos, possuem quadro em alumínio com design diferenciado, três e seis marchas, selins com altura regulável, guidão emborrachado, acessórios de sinalização e sistema de identificação e trava eletrônica.
Mais informações sobre o funcionamento do sistema e a compra de passes estão disponíveis no site www.mobilicidade.com.br/bikerio.asp.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
As 11 estradas mais incríveis do Brasil
As 11 estradas mais incríveis do Brasil
Descubra as que percorrem os melhores cenários e pé na estrada
Apenas 10% dos pouco mais de 1,7 milhões de quilômetros de estradas brasileiras são pavimentadas, segundo dados do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT). e nem todas as estradas permitem pedalar com segurança então verifique antes de ir pro pedal
Para aqueles que adoram viagens de bike ou a pé, selecionamos as que atravessam os mais belos cenários do País. De sáfari pantaneiro, na Transpantaneira, passando por verdadeiras viagens ao passado, na Estrada Real e na Graciosa, até a rodovia situada a 1.467 metros de altitude que corta a Mata Atlântica, escolha sua paisagem preferida e bom pedal

Foto: Flickr/Diego Torres SilvestreAmpliar
Praia de Ubatuba (SP) vista da estrada Rio-Santos
RIO-SANTOS (BR-101)
Onde: Rio de Janeiro-São Paulo
Como chegar: acesso pela Avenida Brasil, no Rio de Janeiro (RJ).
"E na estrada de Santos, você vai me conhecer": a Rio-Santos foi imortalizada na canção de Roberto Carlos e é considerada por muitos a rodovia brasileira mais bonita para se percorrer de carro. Mesmo havendo outras opções de acesso ao litoral norte paulista, ela continua a oferecer a vista mais bonita e inesquecível, com as montanhas e o mar ao fundo.
Com 457 quilômetros de extensão, a Rio-Santos tem seu marco zero em Santos. Mas, apesar do nome, a rodovia não leva à região urbana da cidade portuária, já que a extremidade fica na parte continental de Santos. Já na cidade de Bertioga, a pouco mais de 100 quilômetros de São Paulo, fica o início da Costa Caiçara. O primeiro trecho, conhecido como complexo SP-55/BR-101 (trechos estadual e federal), tem retas mais longas e passa por praias famosas, como Boraceia, Jureia e Juquehy. Destinos turísticos famosos como Guarujá, Ilhabela, Ubatuba, Paraty e Angra dos Reis são acessados pela Rio-Santos.
SERRA DO RIO DO RASTRO (SC-438)
Onde: Santa Catarina

Foto: SXCAmpliar
Cheia de curvas sinuosas, a SC-438 desce a Serra do Rio do Rastro
Como chegar: acesso por Bom Jardim da Serra (SC).
Entre Bom Jardim da Serra e Lauro Muller, cidades da serra catarinense, a estrada desce a Serra do Rio do Rastro, em um percurso de 35 quilômetros muito bonito, mas bem perigoso. Muitas curvas fechadas fazem parte do cenário na SC-438 e, durante o inverno, uma fina camada de gelo pode cobrir a pista estreita.
No trajeto feito na SC-438, a uma altitude de 1.467 metros, há alguns quiosques para quem quiser descer e admirar a bela paisagem coberta pela mata Atlântica.
ESTRADA REAL
Onde: Minas Gerais

Foto: Flickr/Ricardo MoraleidaAmpliar
A Estrada Real é formada por caminhos abertos no século 17
Como chegar: sai de Ouro Preto rumo ao Rio de Janeiro, passando por Barbacena, Juiz de Fora e Petrópolis.
Estrada histórica, a Estrada Real é formada por caminhos abertos no século 17, durante o ciclo da mineração, para escoar a produção de ouro e diamantes de Minas Gerais até Paraty e Rio de Janeiro. Os mais de 1,6 mil quilômetros do roteiro podem ser conhecidos de bicicleta, a pé, a cavalo ou de carro. Uma dica são os 515 quilômetros do chamado Caminho Novo. Eles são os mais novos da Estrada Real. Do Porto de Estrela, em Magé, até Ouro Preto, ele liga Minas Gerais ao mar da capital fluminense. Túneis, chafarizes e fazendas que foram transformadas em confortáveis meios de hospedagem fazem parte da paisagem típica dos séculos 18 e 19.
Fãs de ecoturismo e turismo de aventura estarão bem servidos ao fazerem o Caminho Novo da Estrada Real. Entre as atrações estão o Parque Estadual do Ibitipoca, em Lima Duarte (MG), e o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, que ocupa parte do território de Petrópolis (RJ).
ESTRADA DA GRACIOSA (PR-410)
Onde: Paraná

Foto: Flickr/Vitor HirotaAmpliar
Ônibus e caminhões são proibidos na Estrada da Graciosa
Como chegar: a viagem começa em Curitiba (PR) rumo às cidades de Antonina e Morretes.
Locadora de veículos: Referência Locadora de Veículos
Ônibus e caminhões são proibidos. Tudo para se conservar ao máximo esses 33 quilômetros de estrada, com sua aura de século 19 – até os paralelepípedos e pedras lisas da época foram mantidos. A Estrada da Graciosa foi inaugurada em 1873, e sai de Curitiba até Morretes, litoral do Paraná, seguindo pela serra do Mar e atravessando o trecho mais intacto de Mata Atlântica do Brasil.
O ideal é fazer a viagem sem pressa alguma, para admirar a bela paisagem. A beleza é tanta que, no caminho, o turista vai encontrar sete mirantes batizados de recantos (Vista Lacerda, Rio Cascata, Grota Funda, Bela Vista, Curva da Ferradura, Mãe Catira e São João da Graciosa), todos com vista para a baía de Paranaguá. A Estrada da Graciosa também limita dois importantes parques estaduais: o Parque Estadual da Graciosa e o Parque Estadual Roberto Ribas Lange.
TRANSPANTANEIRA (MT-060)
Onde: Mato Grosso

Foto: Flickr/Sarah and LainAmpliar
Vacas na Transpantaneira: viagem é um safári no Pantanal
Como chegar: por Poconé, a 102 quilômetros de Cuiabá, por via asfaltada.
É uma viagem de 145 quilômetros, ligando Poconé a Porto Jofre, recomendada apenas para aventureiros de plantão e que deve ser feita de dia. O que antes era apenas uma estrada de terra atravessando uma planície alagável virou uma boa opção de viagem por terra para os turistas que visitam o Mato Grosso, especialmente entre junho e outubro, época da seca, quando os bichos ficam nas áreas alagadas ao lado da pista. Mas, na verdade, a Transpantaneira nunca foi concluída. O que era para ter sido um símbolo do progresso, unindo o Pantanal ao Sudeste do Brasil, serve atualmente a uma espécie de safári pantaneiro.
Uma característica da Transpantaneira faz dela um passeio ainda mais curioso: ela tem 125 pontes de madeira sobre rios e áreas alagáveis, o que a torna a estrada com o maior número de pontes do mundo. Trilhas de aventuras interligando fazendas são feitas por lá. Os mais apressadinhos não vão gostar da viagem, afinal o limite de velocidade rigoroso é de apenas 60 quilômetros por hora.
MACEIÓ-MARAGOGI (AL-101)
Onde: Alagoas
Como chegar: a viagem começa em Maceió, rumo a Maragogi.
Se quiser apreciar ainda mais as belezas do litoral alagoano , prepare-se: o vento é bem forte.
A uma hora e meia ao norte de Maceió (125 quilômetros de estrada), Maragogi enche os olhos dos apaixonados por praia e belas paisagens naturais e é o destino para quem começa essa viagem pela AL-101, estrada que atravessa todo o litoral alagoano. Com 22 quilômetros de praia, Maragogi tem oito praias deslumbrantes: Peroba, Dourado, Ponta de Mangue, Antunes, Barra Grande, Bugalhau, Maragogi e São Bento.
Bem no meio da chamada Costa Dourada, a região também é meio caminho para quem vai a Recife. Entre as belezas apreciadas durante a viagem, uma das atrações é a praia de Sonho Verde, entre Paripueira e Barra de Santo Antônio, com restaurante e lojas de artesanato. Entre Matriz de Camaragibe e Porto Calvo, é preciso cuidado redobrado, pois algumas curvas são bem fechadas. Entre Camaragibe e Maragogi, as paisagens ficam ainda mais bonitas, com a estrada passando ao lado do mar. Bem ao lado mesmo!
LINHA VERDE (BA-099)
Onde: Bahia
Praia do Forte, em Mata de São João, onde começa o trecho Linha Verde
Como chegar: a viagem começa em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador (BA).
Locadora de veículos: Avic
É conhecido como Linha Verde um dos trechos da BA-099, rodovia estadual na Bahia que liga Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador, às praias do litoral norte, e com fim na divisa da Bahia com Sergipe. O trecho Linha Verde vai de Praia do Forte, em Mata de São João, até Mangue Seco, em Jandaíba, já na fronteira com Sergipe. A outra parte da BA-099, a primeira, é conhecida como Estrada do Coco, e vai do Aeroporto Internacional de Salvador até a Praia do Forte.
A estrada de 217 quilômetros foi duplicada há pouco tempo e há cobrança de pedágio, perto da entrada para Camaçari. Pela BA-099 é possível chegar a outros grandes pontos turísticos da região conhecida como Costa dos Coqueiros, como Arembepe, Praia do Forte, Imbassaí, Sítio do Conde e Sauípe.
VIA-SERRANA (BR-116)
Onde: Rio Grande do Sul e Santa Catarina

Foto: Sabrina SchusterAmpliar
Via-Serrana, no caminho que leva até a cidade de Nova Petrópolis
Como chegar: acesso por Porto Alegre (RS).
Via-Serrana é a denominação regional para a BR-116, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Ela é a principal e maior rodovia do Brasil totalmente pavimentada, começando em Fortaleza (CE) e se estendendo até Jaguarão (RS), já na fronteira com o Uruguai, em um total de 4.385 quilômetros.
No Rio Grande do Sul, a Via-Serrana liga importantes cidades do Estado, como a capital Porto Alegre, Nova Petrópolis, Pelotas e Caxias do Sul. O caminho entre a capital gaúcha e Nova Petrópolis é conhecido como Rota Romântica, por ter paisagens bucólicas, com vales e cidades pequenas e lindas, como Morro Reuter e Picada Café.
ESTRADA PARQUE - ILHEÚS/ITACARÉ (BA-001)
Onde: Bahia
Viagem pela Estrada Parque começa em Itacaré
Como chegar: a viagem começa em Itacaré, a 455 quilômetros de Salvador (BA).
Vale parar e dar uma volta pelos 15 quilômetros com estrutura e segurança para os ciclistas.
A viagem entre Ilhéus e Itacaré tem apenas 65 quilômetros, mas esbanja belezas naturais. Os mais animados podem aumentar o tempo de viagem, fazendo trilhas em áreas remanescentes de Mata Atlântica nordestina, ou ainda visitar algumas praias desertas e paradisíacas. Concluída em 1998, a estrada foi a primeira do Brasil a ter controle ambiental durante toda as fases da obra.
Os ciclistas têm tudo para adorar a Estrada Parque, já que ela oferece dois trechos de ciclovia: um deles, logo na saída de Ilhéus, tem nove quilômetros e termina na entrada para a Lagoa Encantada; o outro trecho tem apenas seis quilômetros, saindo de Itacaré. Passarelas também podem ser vistas ao longo da estrada.
ROTA DO SOL - NATAL/PRAIA DE PIPA (RN-063)
Onde: Rio Grande do Norte
Praia de Ponta Negra, zona sul de Natal, onde começa a Rota do Sol
Como chegar: acesso pela zona sul de Natal (RN).
Conhecida também como Rota do Sol, a RN-063 começa na zona sul de Natal, na Praia de Ponta Negra, e passa pelas praias de Cotovelo, Pirangi, Búzios, Tabatinga, Camurupim e Barreta. O nome Rota do Sol é mais do que apropriado, já que a estrada interliga muitas das belas praias do litoral potiguar. Apesar das belezas que se vê no caminho, alguns trechos pedem maior atenção, já que não são tão bem sinalizados e são mais estreitos. Outro problema: animais podem, inesperadamente, cruzar a pista.
Quem está indo para Pirangi, no litoral sul do Rio Grande do Norte, tem que fazer uma parada obrigatória para conhecer o maior cajueiro do mundo. Com mais de 100 anos, a árvore ocupa uma área de 8400 metros quadrados, o que a levou ao Guinness Book (Livro dos Recordes). O famoso cajueiro fica na beira da estrada, a apenas 28 quilômetros de Natal.
PETRÓPOLIS-SANA (BR-495)
Onde: Rio de Janeiro
Como chegar: acesso por Petrópolis (RJ).
Conhecida como a Estrada das Hortências, a BR-495 liga duas das mais badaladas cidades da região serrana do Rio de Janeiro: Teresópolis e Petrópolis, chegando também a outras localidades, como o belo e pacato lugarejo Sana, na Serra de Macaé.
O percurso de 184 quilômetros é feito de Petrópolis até Sana, com destaque para o trecho entre Itaipava e Teresópolis, de onde se avistam muitos vales e a Serra dos Órgãos. Uma paradinha também em Nova Friburgo é quase obrigatória. A atenção tem que ser redobrada porque são muitas as curvas e a estrada não tem acostamento.
As mais incríveis estradas do mundo para PEDALAR e admirar a paisagem...
As mais incríveis estradas do mundo
Várias rodovias pelo mundo têm status de celebridade. Conheça as que oferecem belos ou exóticos cenários
Para muitas pessoas, viajar de carro é uma escolha. A liberdade de optar pelos horários mais adequados e de definir quais serão as paradas podem ser mais interessantes do que chegar rápido a um lugar. Pode até demorar mais, mas a chance de curtir a paisagem compensa.
Pelo mundo, algumas têm status de celebridade. Cheias de curvas e revelando belos ou exóticos cenários, as rodovias mais bonitas nem sempre são fáceis. Algumas, por serem sinuosas demais, exigem bastante experiência ao volante. Selecionamos as estradas mais badaladas do mundo, com suas localizações e principais características. Elas provam que o melhor da viagem pode começar antes mesmo da chegada ao destino final. Escolha a sua e pise no acelerador.
Rota 66

Foto: Thinkstock/Getty Images
Rota 66: a mais famosa do mundo
Onde: Estados Unidos.
Como chegar: para percorrer a estrada inteira, a viagem começa em Chicago ou em Los Angeles.
Certamente a estrada mais famosa do mundo, a Rota 66 existe desde 1926. Ela começava em Chicago e passava por vários estados americanos, como Kansas, Texas, Novo México e Arizona, terminando em Santa Mônica, na Califórnia, exatamente 3.755 quilômetros depois. Desde 1985, ela existe apenas como rota histórica, reconhecida pelo governo dos Estados Unidos por sua relevância turística e cultural. Importância histórica a Rota 66 tem de sobra: nos seus acostamentos foram abertos os primeiros motel e McDonald´s do país.
Entre os pontos turísticos da estrada está o Cadillac Ranch, ponto em Amarillo, Texas, onde fica uma escultura feita em 1974 por integrantes do grupo de arte Ant Farm, usando dez modelos de automóveis da marca Cadillac.
Estrada Stelvio

Foto: Getty Images
Ciclistas desfrutam a paisagem enquanto percorrem as curvas da estrada
Onde: Itália.
Como chegar: a viagem pode começar em Bolzano, perto da fronteira suíça.
Localizada nos Alpes italianos, a Stelvio liga a estrada Valtellina Merano com o Vale do Ádige. É uma das mais altas da região, ficando a cerca de 2.757 metros acima do nível do mar. Exige atenção do motorista: tem 48 curvas entre as montanhas e é muito estreita em determinados pontos do percurso. Em compensação, oferece uma paisagem deslumbrante.
Trollstigen

Foto: Divulgação
Trollstigen: mirantes, cachoeiras e paredões rochosos podem ser vistos ao longo da sequência de onze curvas
Onde: Noruega.
Como chegar: o aeroporto mais próximo é o de Molde. De carro, a viagem dura seis horas saindo de Oslo ou quatro horas saindo de Trondheim.
Localizada na Noruega, a Trollstigen é famosa pelas paisagens que oferece aos viajantes. Mirantes, cachoeiras e paredões rochosos podem ser vistos por aqueles que encaram a sequência de onze curvas. Na encosta mais íngreme, é preciso ter coragem. Além da viagem em si, a estrada oferece inúmeras possibilidades de experiências e atividades ao redor. Caminhadas, passeios de bicicletas e esqui são algumas opções.
Transfagarasan

Foto: Getty Images
Estrada romena tem curvas acentuadas
Onde: Romênia.
Como chegar: para os que querem percorrer a estrada inteira, a viagem pode começar em Sibiu ou em Pitesti.
Estrada mais alta pavimentada da Romênia, a Transfagarasan (grafia exata, em romeno) foi construída entre 1970 e 1974 para ser rota estratégica do ex-didator Nicolae Ceausescu. A estrada liga regiões da Transilvânia à Walachia, e as cidades de Sibiu e Pitesti. As paisagens mais bonitas ficam na extremidade norte, onde as curvas também são mais acentuadas. Mas é na parte sul, perto da aldeia de Arefu, que fica um castelo que serviu de morada a Vlad III, o mesmo que inspirou o personagem Drácula.
Lá há estacionamento e um caminho para que os viajantes possam visitar as ruínas. No topo da montanha, a estrada dá acesso ao Balea Lake, um lago glacial com milhares de anos. Em 2006, o primeiro hotel de gelo na Europa Oriental foi construído nas proximidades do lago. Entre outubro e junho, a Transfagarasan fica coberta por neve e, por esse motivo, é fechada.
Pacific Coast Highway

Foto: Thinkstock/Getty Images
Pacific Coast Highway: vista para o litoral da Califórnia, em mais de mil quilômetros e 33 pontes
Onde: Califórnia, Estados Unidos.
Como chegar: para aqueles que quiserem percorrer toda a estrada, a viagem pode começar em Dana Point ou em Oxnard.
Recebe o nome de Pacific Coast Highway o trecho da State Route 1 ou Highway 1, a maior estrada costeira da Califórnia, Estados Unidos. A fama desta estrada vem das belíssimas paisagens praianas ao longo de toda a sua extensão. Quem encarar a viagem pela Pacific Coast Highway percorrerá boa parte do litoral da Califórnia, espalhados por mais de mil quilômetros, e cruzará 33 pontes. Entre as cidades atravessadas durante a viagem estão Los Angeles, Long Beach, além dos balneários de Santa Monica e Malibu.
Rodovia Lysebotn
Onde: Noruega.
Como chegar: a viagem pode começar em Stavanger.

Foto: Flickr/Leo-setä
A estrada Lysebotn não é para viajantes de estômago sensível
Uma das mais desafiadoras da Europa, a Rodovia Lysebotn requer atenção do motorista, mas rende uma viagem repleta de emoção. Ela tem mais de um quilômetro de túnel, 27 curvas bem fechadas e sai da cidade de Lysefjord. Dizem que a emoção é tanta que os últimos 30 quilômetros da Lysebotn parecem uma montanha-russa.
Icefields Parkway

Foto: Divulgação
Icefields Parkway: a estrada liga dois parques nacionais do Canadá, o Banff e o Jasper
Onde: Canadá.
Como chegar: sua viagem pode começar em Banff.
Considerada uma das estradas mais bonitas do mundo, a Icefields Parkway liga dois parques nacionais do Canadá, o Banff e o Jasper. Também conhecida como Highway 93 Alberta do Norte, a estrada atravessa a paisagem acidentada das Montanhas Rochosas canadenses. Com 230 quilômetros de extensão, esta estrada foi concluída em 1940 e nos meses de julho e agosto recebe até 100 mil veículos por mês.
Por ter duas pistas e alguns corredores de passagem, os riscos decorrentes das curvas acentuadas são menores. Mas os motoristas devem ficar atentos a animais e veículos parados no acostamento. Pode nevar em qualquer época do ano, provocando, algumas vezes, o fechamento da estrada.
Estrada da Montanha Jebel Hafeet

Foto: IrenicRhonda / Flickr
Jebel Hafeet: em pleno deserto
Onde: Emirados Árabes Unidos.
Como chegar: a viagem pode começar por Oman, a cerca de uma hora e meia de Dubai (de carro).
Enquanto atravessa quilômetros, o motorista e seus passageiros podem apreciar a beleza do deserto. Com 60 voltas, a Estrada da Montanha Jebel Hafeet tem como cenário uma montanha de 1.219 metros de altura, circundada por um deserto. O caminho de 12 quilômetros pela montanha alterna retas e curvas, fazendo da viagem uma boa pedida para quem gosta de dirigir. A estrada termina em um local que conta com estacionamento, hotel e um palácio de propriedade de governantes do país.
Estrada Los Caracoles

Foto: Thelma Marrot / Flickr
Estrada Los Caracoles: sem grades de proteção pela Cordilheira dos Andes
Onde: Chile e Argentina.
Como chegar: a viagem pode começar em Santiago, capital do Chile, e terminar em Mendonza, Argentina.
Uma estrada que se transforma em um verdadeiro desafio para os motoristas. Assim é a Estrada Los Caracoles, que passa pela Cordilheira dos Andes sem grades de proteção. Quando está coberta por neve -o que acorre durante boa parte do ano -, torna-se ainda mais perigosa. Mas a vista faz muitos motoristas se arriscarem.
Túnel Guoliang

Foto: Flickr/Fang Chen
Estrada pavimentada foi construída por 13 moradores locais
Onde: China.
Como chegar: a viagem começa na província chinesa de Hunan, cuja capital é a cidade de Changsha.
Construída por 13 moradores do vilarejo local, esta estrada – que, na verdade, é um túnel rodoviário com 1.200 metros de comprimento, cinco metros de altura e quatro de largura -, foi aberta entre as rochas das montanhas Taihang, na província chinesa de Hunan. Sua inauguração aconteceu em 1977 e toda a construção levou apenas cinco anos. Muitos moradores da província morreram durante a construção do túnel, o que aumenta o número de histórias a seu respeito e lhe rendeu o apelido de “a estrada que não suporta erros”.
Camino a Los Yungas (ou “Estrada da Morte”)

Foto: Flickr / SURF&ROCK (Miguel Navaza)
Camino a Los Yungas: não a toa é chamada de estrada da morte
Onde: Bolívia.
Como chegar: a viagem começa em La Paz e termina em Corioco, se o plano for percorrer a lendária e perigosa estrada em toda sua extensão.
A fama da Estrada da Morte percorre o mundo desde 1995, quando ganhou esse apelido. Ela tem 70 quilômetros de extensão, liga as cidades de La Paz e Corioco e é pouco usada pelos locais. Também é muito perigosa: sem grade de proteção e com chuvas e muita neblina bastante comuns na região. O apelido mórbido pode ser justificado não apenas pela fama de perigosa. São registrados cerca de 300 mortes por ano, causadas por acidentes que acontecem, em média, a cada duas semanas. Apesar do perigo, quem viaja à Bolívia em busca de aventura costuma incluir a travessia da Estrada da Morte entre os passeios imperdíveis.
Rodovia Atlântica

Foto: Flickr/supervillain
A bela ponte da Rodovia Atlântica vale a viagem
Onde: Noruega.
Como chegar: a viagem deve começar em Molde ou em Kristiansund, pois os oito quilômetros da estrada ligam as duas cidades.
Vale a viagem até mesmo pelo título recebido pela Atlântica, considerada a mais bonita construção norueguesa do século 20. Ligando as cidades de Molde e Kristiansund, ela tem apenas oito quilômetros de extensão e conta com várias elevações. O cenário ao redor é lindíssimo, especialmente nos pontos em que a elevação é bastante acentuada. A impressão é a de que o carro está suspenso no ar.
Iroha-Zaka

Foto: Getty Images
Cachoeiras e muito verde na estrada Iroha-Zaka
Onde: Japão.
Como chegar: a viagem pode começar no centro de Nikko, cidade conhecida por ficar na entrada do Nikko National Park.
Muitas curvas sinuosas. Para ser mais exato, 48 curvas fechadas, de cada lado. A rodovia tem uma pista para subida e uma para descida. Cada curva ganhou o nome de uma letra de um alfabeto japonês antigo. A viagem fica ainda mais interessante se o viajante souber que a Iroha-Zaka é um ponto importante da história do Japão: os monges budistas atravessavam esse caminho a pé, em peregrinação, até o lago Chuzenji.
smart propõe mobilidade eléctrica... em duas rodas
smart propõe mobilidade eléctrica... em duas rodas
Sobejamente conhecida no mercado automóvel pelas suas propostas de veículos urbanos, a smart lança agora um novo modelo para uma mobilidade urbana agora em duas rodas

A smart acaba de anunciar a produção em série do modelo e-bike, um veículo de duas rodas, ao estilo de uma bicicleta, que pretende ser capaz de permitir uma mobilidade eléctrica urbana de nível superior. Com este passo, a smart, marca que pretende ser tida como pioneira na mobilidade eléctrica, consegue expandir ainda mais o seu portfólio de produtos.
Uma versão final da smart e-bike foi apresentada na feira "Eurobike", em Friedrichshafen, entre 31 de Agosto e 3 de Setembro de 2011, e no Salão Automóvel de Frankfurt (13-25 Setembro de 2011), onde foi possível conhecer um veículo que está a ser desenvolvido em cooperação com o fabricante de e-bikes Grace, sediado em Berlim. Relativamente à produção propriamente dita, a smart e-bike deverá começar a ser produzida no primeiro semestre de 2012.
Segundo a CEO da smart, Annette Winkler, "a smart e-bike é um verdadeiro smart, mas em duas rodas". "Não é apenas uma bicicleta extremamente bem desenhada que irá atrair certamente a atenção dentro das cidades, é também muito prática e fácil de conduzir. Qualquer pessoa pode circular com ela pela cidade, independentemente da sua forma física e do seu estado de espírito", disse.
Será importante referir a propósito deste novo veículo smart que a mobilidade eléctrica em duas rodas está na moda. De acordo com a associação da indústria de duas rodas (ZIV), as vendas na Alemanha aumentaram de 70.000, em 2007, para 200.000 unidades, em 2010, existindo previsões que apontam para crescimentos ímpares. Em 2018, a ZIV prevê que as e-bikes irão representar 15% de todas as vendas de motociclos na Alemanha. Na Europa, o aumento das vendas foi ainda maior. Em 2007, aproximadamente 200.000 pessoas optaram por uma bicicleta eléctrica e, de acordo com a ZIV, em 2009 este valor já atingiu os 500.000. Em 2010, cerca de 700.000 e-bikes foram comercializadas em toda a Europa, um aumento de 40%, comparando com o ano anterior.
A realidade da smart e-bike
Uma versão final da smart e-bike foi apresentada na feira "Eurobike", em Friedrichshafen, entre 31 de Agosto e 3 de Setembro de 2011, e no Salão Automóvel de Frankfurt (13-25 Setembro de 2011), onde foi possível conhecer um veículo que está a ser desenvolvido em cooperação com o fabricante de e-bikes Grace, sediado em Berlim. Relativamente à produção propriamente dita, a smart e-bike deverá começar a ser produzida no primeiro semestre de 2012.
Segundo a CEO da smart, Annette Winkler, "a smart e-bike é um verdadeiro smart, mas em duas rodas". "Não é apenas uma bicicleta extremamente bem desenhada que irá atrair certamente a atenção dentro das cidades, é também muito prática e fácil de conduzir. Qualquer pessoa pode circular com ela pela cidade, independentemente da sua forma física e do seu estado de espírito", disse.
Será importante referir a propósito deste novo veículo smart que a mobilidade eléctrica em duas rodas está na moda. De acordo com a associação da indústria de duas rodas (ZIV), as vendas na Alemanha aumentaram de 70.000, em 2007, para 200.000 unidades, em 2010, existindo previsões que apontam para crescimentos ímpares. Em 2018, a ZIV prevê que as e-bikes irão representar 15% de todas as vendas de motociclos na Alemanha. Na Europa, o aumento das vendas foi ainda maior. Em 2007, aproximadamente 200.000 pessoas optaram por uma bicicleta eléctrica e, de acordo com a ZIV, em 2009 este valor já atingiu os 500.000. Em 2010, cerca de 700.000 e-bikes foram comercializadas em toda a Europa, um aumento de 40%, comparando com o ano anterior.
A realidade da smart e-bike

Com um desenho não convencional, em linha com o estilo da marca, funções apropriadas para utilização citadina, padrões de alta tecnologia demonstrados pelo pacote de motorização extremamente eficiente e de desempenho elevado, entre outras características, a smart e-bike tem um posicionamento no mercado que a marca pretende poder qualificar de excepcional.
"Na smart temos recolhido durante anos experiência sobre motores eléctricos e sobre as necessidades de mobilidade dos utilizadores citadinos em todo o mundo. A smart e-bike é um produto lógico desta experiência, complementando extremamente bem o smart fortwo. Os nossos clientes querem uma bicicleta urbana perfeita, e foi por essa razão que adoptámos algumas soluções inteligentes, tais como a porta USB integrada para smartphones ou a recuperação de energia durante a travagem”, afirmou Annette Winkler ainda a propósito desta smart e-bike, um produto real, de alta tecnologia, que deverá chegar ao mercado com um preço a rondar os 3.000 euros.
Criada pelos designers da smart, a e-bike possui um desenho claro e uma aparência independente, afirmando-se capaz de romper com a linha convencional de bicicletas graças à integração atractiva dos componentes do motor eléctrico. Os componentes principais, tais como a estrutura, alojamento da bateria, guiador, luzes ou guarda-lamas, foram desenhados e desenvolvidos especificamente para a smart.
As comparações com os smart "tradicionais" não se ficam por aqui. Na verdade, o conceito de dois materiais e duas cores é também tipicamente smart. O alojamento plástico da bateria forma um contraste atractivo com a estrutura de alumínio da smart e-bike e a aparência dinâmica é rematada pelas rodas de 26 polegadas. O farol dianteiro e a luz traseira têm tecnologia LED.
Motor eléctrico eficiente e potente
Os padrões tecnológicos da smart são manifestados no pacote de motorização eficiente e de desempenho elevado. Como o pedelec (Pedal Electric Cycle), a smart e-bike é um veículo híbrido: o motor eléctrico situado no cubo da roda traseira sem manutenção e sem escovas da BionX, é activado assim que o condutor começa a pedalar como numa bicicleta normal. Uma caixa de três velocidades integrada no cubo proporciona a mudança de velocidades confortavelmente.
Os pontos fortes da e-bike incluem o seu desempenho ágil: o condutor da smart e-bike decide a potência que o motor eléctrico de 250 Wh deve debitar premindo um botão no guiador. Existe uma escolha de quatro níveis de potência. Dependendo do nível de potência seleccionado e do modo de pedalar, a carga da bateria pode durar mais de 100 quilómetros.

"Na smart temos recolhido durante anos experiência sobre motores eléctricos e sobre as necessidades de mobilidade dos utilizadores citadinos em todo o mundo. A smart e-bike é um produto lógico desta experiência, complementando extremamente bem o smart fortwo. Os nossos clientes querem uma bicicleta urbana perfeita, e foi por essa razão que adoptámos algumas soluções inteligentes, tais como a porta USB integrada para smartphones ou a recuperação de energia durante a travagem”, afirmou Annette Winkler ainda a propósito desta smart e-bike, um produto real, de alta tecnologia, que deverá chegar ao mercado com um preço a rondar os 3.000 euros.
Criada pelos designers da smart, a e-bike possui um desenho claro e uma aparência independente, afirmando-se capaz de romper com a linha convencional de bicicletas graças à integração atractiva dos componentes do motor eléctrico. Os componentes principais, tais como a estrutura, alojamento da bateria, guiador, luzes ou guarda-lamas, foram desenhados e desenvolvidos especificamente para a smart.
As comparações com os smart "tradicionais" não se ficam por aqui. Na verdade, o conceito de dois materiais e duas cores é também tipicamente smart. O alojamento plástico da bateria forma um contraste atractivo com a estrutura de alumínio da smart e-bike e a aparência dinâmica é rematada pelas rodas de 26 polegadas. O farol dianteiro e a luz traseira têm tecnologia LED.
Motor eléctrico eficiente e potente
Os padrões tecnológicos da smart são manifestados no pacote de motorização eficiente e de desempenho elevado. Como o pedelec (Pedal Electric Cycle), a smart e-bike é um veículo híbrido: o motor eléctrico situado no cubo da roda traseira sem manutenção e sem escovas da BionX, é activado assim que o condutor começa a pedalar como numa bicicleta normal. Uma caixa de três velocidades integrada no cubo proporciona a mudança de velocidades confortavelmente.
Os pontos fortes da e-bike incluem o seu desempenho ágil: o condutor da smart e-bike decide a potência que o motor eléctrico de 250 Wh deve debitar premindo um botão no guiador. Existe uma escolha de quatro níveis de potência. Dependendo do nível de potência seleccionado e do modo de pedalar, a carga da bateria pode durar mais de 100 quilómetros.

Com mais de 400 Wh, a bateria de iões de lítio é uma das baterias mais potentes no ambiente concorrencial, tendo sido integrada na smart e-bike, encontrando-se alojada na barra inferior do triângulo da estrutura, sob um alojamento de plástico. A bateria portátil pode ser carregada numa tomada normal ou durante a circulação, oferecendo neste último modo vantagens em termos de custos. O motor do cubo da roda transforma-se num gerador quando o condutor trava. A energia da travagem é recuperada, ou seja, é convertida em energia eléctrica e armazenada na bateria de iões de lítio da smart e-bike.
Os componentes de alta qualidade garantem uma circulação dinâmica, segura e divertida. Por exemplo, os travões de disco MT4, da Magura, estão instalados na dianteira e na traseira. Os travões integrados interrompem a alimentação de energia ao motor durante a travagem, param a sua potência de propulsão e invertem a polaridade, para que se transforme num gerador para recuperação da energia de travagem.
A smart e-bike tem também informação de entretenimento avançada: um interface USB é uma funcionalidade standard, permitindo ligar vários dispositivos móveis com a ajuda de um suporte versátil. Existem mesmo planos para desenvolver uma app especial para o seu iPhone, que permite aos condutores da smart e-bike utilizar o seu iPhone como um centro de informação, por exemplo para solicitar informação sobre o estado de carga e a autonomia.
Operação simples e altamente funcional
O conceito de operação simples, baixo peso, ergonomia excelente e espaço de arrumação prático contribui para tornar a smart e-bike num veículo divertido de conduzir. A smart e-bike combina o conforto de duas rodas motorizadas com o manuseamento fácil de uma bicicleta. Nos países da União Europeia não é necessária licença de condução nem matrícula, dado que o motor eléctrico de uma pedelec ajuda a propulsão apenas até uma velocidade de 25 km/h. Esta é também uma vantagem clara em termos de segurança.
A gestão da carga é simples: a bateria pode ser carregada directamente na e-bike ou pode ser removida facilmente para carregar numa tomada interior. Depois, e graças às diferentes versões do guiador e do banco, a smart e-bike pode ser ajustada para se adequar a condutores de diferentes alturas, uma solução simples e tipicamente smart.
Os componentes de alta qualidade garantem uma circulação dinâmica, segura e divertida. Por exemplo, os travões de disco MT4, da Magura, estão instalados na dianteira e na traseira. Os travões integrados interrompem a alimentação de energia ao motor durante a travagem, param a sua potência de propulsão e invertem a polaridade, para que se transforme num gerador para recuperação da energia de travagem.
A smart e-bike tem também informação de entretenimento avançada: um interface USB é uma funcionalidade standard, permitindo ligar vários dispositivos móveis com a ajuda de um suporte versátil. Existem mesmo planos para desenvolver uma app especial para o seu iPhone, que permite aos condutores da smart e-bike utilizar o seu iPhone como um centro de informação, por exemplo para solicitar informação sobre o estado de carga e a autonomia.
Operação simples e altamente funcional
O conceito de operação simples, baixo peso, ergonomia excelente e espaço de arrumação prático contribui para tornar a smart e-bike num veículo divertido de conduzir. A smart e-bike combina o conforto de duas rodas motorizadas com o manuseamento fácil de uma bicicleta. Nos países da União Europeia não é necessária licença de condução nem matrícula, dado que o motor eléctrico de uma pedelec ajuda a propulsão apenas até uma velocidade de 25 km/h. Esta é também uma vantagem clara em termos de segurança.
A gestão da carga é simples: a bateria pode ser carregada directamente na e-bike ou pode ser removida facilmente para carregar numa tomada interior. Depois, e graças às diferentes versões do guiador e do banco, a smart e-bike pode ser ajustada para se adequar a condutores de diferentes alturas, uma solução simples e tipicamente smart.
Salão Bike Show em janeiro 2012

Depois do sucesso do Salão Duas Rodas, realizado em São Paulo, os olhos agora estão voltados para o Salão Bike Show 2012, que vai acontecer de 26 a 29 de janeiro de 2012, no Riocentro, o maior centro de convenções da América Latina.
Será a oportunidade dos que não puderam ir a São Paulo conferir de perto os lançamentos que ainda vão chegar ao mercado em 2012. O Salão Bike Show 2012 já se mostra maior que a 1ª edição, que aconteceu em janeiro deste ano. Faltando apenas três meses para o evento, 60% da área já foi vendida e 25% reservada para as empresas do setor, sendo que muitas delas participaram da primeira edição e ficaram extremamente contentes com a ótima repercussão do evento.
No 1º Salão Bike Show foram registrados mais de 28.000 visitantes, onde 70 expositores e 200 marcas estiveram presentes e puderam mostrar seus produtos e fechar muitos negócios durante os quatro dias de evento, foi um sucesso de público e crítica. Para a próxima edição é esperada a participação de um numero maior de montadoras, empresas de acessórios e equipamentos e também de serviços.
O 2º Salão Bike Show é uma realização da Indigo Brasil e tem como principais parceiros a montadora Octaplan, com o apoio da FMCRJ - Federação de Moto clubes do Rio de Janeiro e da AMO-RJ - Associação dos Motociclistas do Estado do Rio de Janeiro.
Sistema de locação de bicicletas chega à Índia

Iniciativa partiu de um grupo de estudantes da Universidade Vaze Kelkar
São Paulo - O sistema de locação de bicicletas, comum em países europeus e nos Estados Unidos, chega à Índia. A iniciativa partiu de um grupo de estudantes da Universidade Vaze Kelkar, que estavam cansados de depender do transporte coletivo para se locomoverem.
O primeiro local a receber o projeto foi a capital Mumbai, em 2010. Os estudos duraram um ano e meio. Foram necessárias muitas análises, pois diariamente dez milhões de pessoas se locomovem pela cidade através de trens ou ônibus. Agora a cidade de Pune também aderiu ao programa de bikes, chamado de Cycle Chalao.
A parceria foi possível graças ao interesse da prefeitura de Pune em melhorar a infra-estrutura local. A cidade já é conhecida como a capital do ciclismo na Índia, por possuir 125 quilômetros de ciclovias.
Inicialmente a proposta era de que a taxa para a utilização do sistema de locação das bikes fosse de três ou quatro dólares mensais. Mas, as autoridades municipais solicitaram que o serviço fosse gratuito, para que ele se tornasse acessível a toda a população. Após as discussões chegou-se ao acordo de cobrar dez dólares para que os cadastros valessem por cinco anos.
O financiamento foi feito pelo governo de Pune e contará com uma estrutura um pouco diferente das que ocorrem tradicionalmente em outros países. A cidade terá 25 centrais de locação, equipadas com 12 bicicletas e um atendente responsável por garantir a segurança e manutenção das “magrelas”. Nos próximos dois anos, o projeto deverá contar com duas mil bikes.
O Cycle Chalao ganhou tanto alcance, que o Ministério do Desenvolvimento Urbano da Índia demonstrou interesse na proposta e pretende implantá-la em dez cidades do país durante os próximos cinco anos.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Empresa vai premiar quem anda a pé ou de bicicleta em Londres
Empresa vai premiar quem anda a pé ou de bicicleta em Londres
Bônus para quem opta por meios não poluentes de deslocamento pela cidade incluem descontos em cinema e lojas conveniadas

Aliado no combate à poluição, ciclismo gera R$ 7,9 bi para os cofres britânicos
São Paulo – Imagine ser recompensado monetariamente por deixar o carro em casa e ir a pé ou de bicicleta para o trabalho? Essa é a tática que Londres pretende adotar para estimular a mobilidade sustentável, reduzir a poluição e os níveis de congestionamento.
Por trás do bônus verde está a empresa Recyclebank, que criou um aplicativo para smartphone capaz de mensurar e pontuar os deslocamentos por meios alternativos de cada pessoa. Esses pontos serão convertidos em prêmios, que poderão ser resgatados na forma de descontos em lojas e cinemas conveniados.
Até o final do ano, um grupo de pessoas vai testar o programa antes do lançamento, previsto para o segundo semestre de 2012. O projeto de incentivo verde foi anunciado nesta segunda e conta com o apoio da prefeitura de Londres.
Sede das próximas Olimpíadas, a cidade conhece bem os efeitos benéficos do transporte alternativo não só para o meio ambiente, mas para a economia. Segundo estudo da London School of Economics, a prática do ciclismo gera R$ 7,9 bilhões para os cofres britânicos anualmente.
Recyclebank
Criado há sete anos, o Recyclebank nasceu como um programa de incentivo à reciclagem, recompensando consumidores que descartam corretamente o lixo. As famílias participantes do programa conseguem receber até 200 dólares por ano.
Atualmente, a iniciativa, presente no Reino Unido e nos Estados Unidos, conta com mais de 3 milhões de participantes e 3 mil estabelecimentos comerciais conveniados.
Filme 'O Garoto de Bicicleta' abre Festival 4+1 da Fundación Mapfre
Os cineastas belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne abrem a segunda edição do Festival de Cinema 4+1 Fundación Mapfre em Madri com O Garoto de Bicicleta (2011), filme vencedor do Grande Prêmio do Júri na última edição do Festival de Cannes. O Festival 4+1 - celebrado de 26 a 30 de outubro, simultaneamente em Buenos Aires, Bogotá, Cidade do México, Madri e Rio de Janeiro - contará também com a presença da cineasta japonesa Naomi Kawase, que será a Convidada de Honra desta edição e estará presente na Sede Central do festival, na Cidade do México.
O Festival 4+1 deseja promover o papel dos festivais como meio para divulgar e tornar acessível, ao grande público, importantes títulos do cinema de autor. Nesta linha, a competição em Madri terá como filme de abertura a mais recente produção de dois diretores de prestígio internacional e reconhecido estilo cinematográfico."O Garoto de Bicicleta", de Jean-Pierre e Luc Dardenne, conta a história de um jovem de doze anos que tem um único objetivo na vida: encontrar seu pai, que lhe deixou temporariamente em um abrigo para menores. Os irmãos Dardenne - que apresentarão o filme na Sessão de Abertura, dia 26 de outubro, às 20h30, na Academia das Artes e Ciências Cinematográficas - contam com diversos prêmios internacionais. No Festival de Cannes de 2005 receberam a Palma de Ouro com L'enfant e, em 1997 a Academia de Cinema Europeu lhes concedeu o Prêmio de Melhor Documentário por Gigi, Monica...et Bianca.
As outras quatro sedes desta edição exibirão filmes em suas sessões de abertura. Fundación Mapfre colabora, nesta ocasião, com The Film Foudation (TFF), criada em 1990 por Martin Scorsese com o objetivo de restaurar e difundir filmes sob risco de desaparecer. A abertura do Festival 4+1 em Bogotá, Buenos Aires, Rio de Janeiro e Cidade do México contará com a projeção de cópias restauradas pela TFF de filmes fundamentais para a construção da cinematografia contemporânea: Senso, Paths of Glory, The Red Shoes e Pandora and the Flying Dutchmann, respectivamente.
Na sede de Madri estarão presentes outros diretores de cinema que participam da Seção Oficial do festival, como Patricio Guzman e Andrés Duque. O chileno conversará com o público sobre Nostalgia de la luz (2010), longa-metragem que recebeu o Prêmio François Chalis em Cannes e o Prêmio de Melhor Documentário da Academia de Cinema Europeu. Por outro lado, o venezuelano Andrés Duque revelará os segredos de gravação de Color Perro que Huye (2011), filme que lhe rendeu o Prêmio do Público do Festival Punto de Vista.[2]
Os outros filmes que concorrerão ao Prêmio do Público 4+1, concedido pelos espectadores dos cinco países participantes, são: Outrage (Takeshi Kitano, 2010), Meek's Cutoff (Kelly Reichardt, 2010), My Joy (Sergei Lonitza, 2010), Mundane History (Anocha Suwichakornpong, 2009), Lucía (Niles Atallah, 2010), King of Devil's Island (Marius Holst, 2010), Curling (2010), Belle Épine (2010), Chantrapas (Otar Ioselliani, 2010), Morgen (Marian Crisan, 2011), Tilva Ros (Nicola Lezaic, 2010) e Nénette (Nicolas Philibert, 2010). Estes filmes também poderão ser vistos online, nos cinco países participantes, durante o Festival e até o dia 4 de novembro. Além disso, também estarão disponíveis duas retrospectivas, uma dedicada a Apichatpong Weerasethakul -Convidado de Honra da primeira edição- e outra à Agnès Varda -vencedora do Prêmio do Público 2010 com Les Plages d'Agnès (2008).
O Festival 4+1 deseja promover o papel dos festivais como meio para divulgar e tornar acessível, ao grande público, importantes títulos do cinema de autor. Nesta linha, a competição em Madri terá como filme de abertura a mais recente produção de dois diretores de prestígio internacional e reconhecido estilo cinematográfico."O Garoto de Bicicleta", de Jean-Pierre e Luc Dardenne, conta a história de um jovem de doze anos que tem um único objetivo na vida: encontrar seu pai, que lhe deixou temporariamente em um abrigo para menores. Os irmãos Dardenne - que apresentarão o filme na Sessão de Abertura, dia 26 de outubro, às 20h30, na Academia das Artes e Ciências Cinematográficas - contam com diversos prêmios internacionais. No Festival de Cannes de 2005 receberam a Palma de Ouro com L'enfant e, em 1997 a Academia de Cinema Europeu lhes concedeu o Prêmio de Melhor Documentário por Gigi, Monica...et Bianca.
As outras quatro sedes desta edição exibirão filmes em suas sessões de abertura. Fundación Mapfre colabora, nesta ocasião, com The Film Foudation (TFF), criada em 1990 por Martin Scorsese com o objetivo de restaurar e difundir filmes sob risco de desaparecer. A abertura do Festival 4+1 em Bogotá, Buenos Aires, Rio de Janeiro e Cidade do México contará com a projeção de cópias restauradas pela TFF de filmes fundamentais para a construção da cinematografia contemporânea: Senso, Paths of Glory, The Red Shoes e Pandora and the Flying Dutchmann, respectivamente.
Na sede de Madri estarão presentes outros diretores de cinema que participam da Seção Oficial do festival, como Patricio Guzman e Andrés Duque. O chileno conversará com o público sobre Nostalgia de la luz (2010), longa-metragem que recebeu o Prêmio François Chalis em Cannes e o Prêmio de Melhor Documentário da Academia de Cinema Europeu. Por outro lado, o venezuelano Andrés Duque revelará os segredos de gravação de Color Perro que Huye (2011), filme que lhe rendeu o Prêmio do Público do Festival Punto de Vista.[2]
Os outros filmes que concorrerão ao Prêmio do Público 4+1, concedido pelos espectadores dos cinco países participantes, são: Outrage (Takeshi Kitano, 2010), Meek's Cutoff (Kelly Reichardt, 2010), My Joy (Sergei Lonitza, 2010), Mundane History (Anocha Suwichakornpong, 2009), Lucía (Niles Atallah, 2010), King of Devil's Island (Marius Holst, 2010), Curling (2010), Belle Épine (2010), Chantrapas (Otar Ioselliani, 2010), Morgen (Marian Crisan, 2011), Tilva Ros (Nicola Lezaic, 2010) e Nénette (Nicolas Philibert, 2010). Estes filmes também poderão ser vistos online, nos cinco países participantes, durante o Festival e até o dia 4 de novembro. Além disso, também estarão disponíveis duas retrospectivas, uma dedicada a Apichatpong Weerasethakul -Convidado de Honra da primeira edição- e outra à Agnès Varda -vencedora do Prêmio do Público 2010 com Les Plages d'Agnès (2008).
Elástico com pneus usados de bicicleta

Dando sobrevida as câmaras de pneus de bicicleta a empresa Suíça tät-tatresolveu reciclar o material e transformá-lo em elásticos para o escritório.
O pacote possui 70 elásticos e custa US$8,00 na Plasticashop.
A criação ficou por conta dos designers Brigitta e Benedikt Martig-Imhof.

Correntes e correntes de bicicleta
Fala sério: você seria capaz de olhar para a corrente do portão de casa ou aquela (que volta e meia cai) de sua velha bicicleta e imaginar arte?! Pois o artista coreano Yeong-Deok Seo enxerga isto e muito mais! Suas fantásticas esculturas usando correntes de bikes e outras enormes, de uso industrial, realmente impressionam. Cheias de metáforas e comparações entre correntes e a condição humana, as obras levam nomes como "Infecção", "Ego", "Viciado", etc. De qualquer forma, nem precisa ser um expert em arte para admirar tamanho talento.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Bicicletas serão integradas ao metrô de Curitiba

Prefeitura afirma que canaletas serão transformadas em ciclovias
A implantação do primeiro trecho da Linha Azul do Metrô Curitibano desde a CIC/Sul até o Centro da cidade abrirá espaço para as bicicletas. As canaletas do expresso no eixo Norte Sul serão transformadas em ciclovia, num trecho de quase 13 quilômetros, que vai do Pinheirinho até a região central de Curitiba.
A implantação dos boulevares para a integração de pedestres e ciclistas nas canaletas por onde hoje circulam os ônibus expresso foi apontada pela presidente Dilma Rousseff como um dos destaques do projeto do metrô curitibano considerado por ela um dos melhores do Brasil.
“Uma parte extremamente relevante do projeto de Curitiba é a utilização do espaço das canaletas para uma área de integração de lazer e cultura da cidade. É destaque que mostra o caráter muito adequado deste projeto, dentro da visão que precisamos investir na mobilidade urbana”, disse presidente da República no anúncio dos recursos para o metrô.
O Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) responsável pelo projeto do Metrô Curitibano está projetando estacionamento para bicicletas nas 13 estações de embarque e desembarque do metrô. Assim, quem estiver pedalando na ciclovia e quiser continuar o deslocamento usando o metrô poderá guardar a “magrela” dentro de uma estação.
Com cerca de 120 metros de largura por 21,5 de comprimento, cada estação poderá ter cerca de 35 vagas para bicicletas, totalizando 455 vagas de estacionamento ao longo do trecho do metrô. Além das bicicletas, o Ippuc também está projetando estacionamento para carros e motos dentro das estações.
Na superfície, junto com a ciclovia, as canelas terão ainda equipamentos para lazer da população e paisagismo.
A implantação do primeiro trecho da Linha Azul do Metrô Curitibano desde a CIC/Sul até o Centro da cidade abrirá espaço para as bicicletas. As canaletas do expresso no eixo Norte Sul serão transformadas em ciclovia, num trecho de quase 13 quilômetros, que vai do Pinheirinho até a região central de Curitiba.
A implantação dos boulevares para a integração de pedestres e ciclistas nas canaletas por onde hoje circulam os ônibus expresso foi apontada pela presidente Dilma Rousseff como um dos destaques do projeto do metrô curitibano considerado por ela um dos melhores do Brasil.
“Uma parte extremamente relevante do projeto de Curitiba é a utilização do espaço das canaletas para uma área de integração de lazer e cultura da cidade. É destaque que mostra o caráter muito adequado deste projeto, dentro da visão que precisamos investir na mobilidade urbana”, disse presidente da República no anúncio dos recursos para o metrô.
O Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) responsável pelo projeto do Metrô Curitibano está projetando estacionamento para bicicletas nas 13 estações de embarque e desembarque do metrô. Assim, quem estiver pedalando na ciclovia e quiser continuar o deslocamento usando o metrô poderá guardar a “magrela” dentro de uma estação.
Com cerca de 120 metros de largura por 21,5 de comprimento, cada estação poderá ter cerca de 35 vagas para bicicletas, totalizando 455 vagas de estacionamento ao longo do trecho do metrô. Além das bicicletas, o Ippuc também está projetando estacionamento para carros e motos dentro das estações.
Na superfície, junto com a ciclovia, as canelas terão ainda equipamentos para lazer da população e paisagismo.
A moda agora é customizar bicicletas
A moda agora é customizar bicicletas
Oficinas fazem modelos artesanais sob medida para os clientes

Low Bike de Antonio Carlos Batista Filho
Fernando Moraes
Alteradas, feitas sob encomenda ou montadas com peças de marcas diferentes, as bicicletas também podem ser únicas. Importada dos Estados Unidos e da Europa, essa moda chegou a São Paulo graças ao trabalho de alguns proprietários de pequenas oficinas. Os integrantes da turma customizam, projetam e montam modelos a partir de componentes produzidos por eles ou vindos de fora, como o desejado banco inglês Brooks, que é feito a mão e se adapta ao corpo do ciclista. Apesar dos preços (a brincadeira começa na faixa de 1.000 reais), eles não estão dando conta da quantidade de encomendas atuais. “Há dois anos, eu entregava dois pedidos por mês”, afirma Igor Miyamura, que constrói quadros e trabalha em Ibiúna, a 70 quilômetros da capital. “Hoje, entrego quinze.” Quem o procura precisa aguardar até dois meses para receber a peça. “Nos dias que antecedem as férias, o movimento fica ainda maior”, diz o artesão.
Cada profissional agrada mais a um perfil específico de cliente. Miyamura é procurado pela tribo que curte bicicletas fixas (sem marchas e, às vezes, sem freio). Nesse caso, com 1.000 reais, é possível ter um bom exemplar. Quem prefere veículos velozes costuma bater à porta do construtor Klaus Poloni, dono de uma oficina no município de Pedreira, a 130 quilômetros de São Paulo. Seus quadros, feitos de material de ponta, levam pelo menos quarenta dias para ficar prontos e custam cerca de 5.000 reais.
O artesão Fedric Kessuane, com um ponto na Vila Formosa, na Zona Leste, é especializado em modelos de passeio e faz versões completas com bancos rebaixados e garfos longos, conhecidas como low bikes, a partir de 1.800 reais. Esse estilo nasceu na comunidade latina dos Estados Unidos nos anos 60 e, associado ao movimento hip-hop, ganhou com o passar do tempo adeptos em outras partes do mundo. Geralmente, o ciclista que opta por essa encomenda busca exclusividade e perfeição. “Já tive muitos tipos, mas só esse veste o meu corpo como uma roupa”, afirma o empresário Richard Dünner, de 58 anos, um dos clientes de Poloni.
+ Cycle Chic: tudo sobre o movimento cheio de estilo
O artesão Fedric Kessuane, com um ponto na Vila Formosa, na Zona Leste, é especializado em modelos de passeio e faz versões completas com bancos rebaixados e garfos longos, conhecidas como low bikes, a partir de 1.800 reais. Esse estilo nasceu na comunidade latina dos Estados Unidos nos anos 60 e, associado ao movimento hip-hop, ganhou com o passar do tempo adeptos em outras partes do mundo. Geralmente, o ciclista que opta por essa encomenda busca exclusividade e perfeição. “Já tive muitos tipos, mas só esse veste o meu corpo como uma roupa”, afirma o empresário Richard Dünner, de 58 anos, um dos clientes de Poloni.
+ Cycle Chic: tudo sobre o movimento cheio de estilo
A loja Tag and Juice, na Vila Madalena, trabalha como se fosse uma alfaiataria sobre duas rodas. Seus funcionários tiram as medidas dos clientes e enviam as informações a oficinas no Chile ou nos Estados Unidos, que fazem as peças customizadas e seguem outras especificações pedidas, da cor ao material do quadro. Depois de tudo pronto, os artefatos são remetidos ao Brasil para a montagem. O processo dura em média 45 dias e custa a partir de 3.000 reais. “Estamos em operação há um ano e já vendemos quarenta bicicletas sob medida”, conta Pablo Gallardo, sócio da Tag and Juice.
MODELOS PERSONALIZADOS DE BIKES
Categoria: fixa
Artesão: Igor Miyamura
Características: quadro de aço sob medida e inclinação do selim de 72,4 graus
Preço: a partir de 1.000 reais
Artesão: Igor Miyamura
Características: quadro de aço sob medida e inclinação do selim de 72,4 graus
Preço: a partir de 1.000 reais

Categoria: low bike
Artesão: Antonio Carlos Batista Filho
Característica: modelo Manhattan Flyer 1999 modificado. As antenas, os paralamas e os suportes de roda foram inspirados num Cadillac 1939
Preço: 4.000 reais
Artesão: Antonio Carlos Batista Filho
Característica: modelo Manhattan Flyer 1999 modificado. As antenas, os paralamas e os suportes de roda foram inspirados num Cadillac 1939
Preço: 4.000 reais

Categoria: cruiser híbrida
Artesão: Fedric Kessuane
Característica: estilo rat bike (sem pintura, a bicicleta é valorizada pela ferrugem que se acumula com o tempo)
Preço: a partir de 2.500 reais
Artesão: Fedric Kessuane
Característica: estilo rat bike (sem pintura, a bicicleta é valorizada pela ferrugem que se acumula com o tempo)
Preço: a partir de 2.500 reais

Categoria: low bike
Artesão: Antonio Carlos Batista Filho
Característica: Schwinn 1968 restaurada. O modelo ganhou nova cor e protetores de corrente (em forma de AK-47) artesanais
Preço: a partir de 3.000 reais
Artesão: Antonio Carlos Batista Filho
Característica: Schwinn 1968 restaurada. O modelo ganhou nova cor e protetores de corrente (em forma de AK-47) artesanais
Preço: a partir de 3.000 reais

Trio de designers holandeses cria bicicleta-vitrola
Invenção permite que ciclistas toquem uma boa música enquanto passeiam pela cidade

Diante de um crescente movimento pró-ciclismo no mundo inteiro, diversas empresas estão investindo em bicicletas e equipamentos especiais. O trio de designers holandeses composto por Merel Slootheer, Liat Azulay e Pieter Frank de Jong reuniu suas melhores ideias e apostaram em aliar ciclismo com música. O resultado? AFeats Per Minute, bicicleta que toca música conforme o ciclista pedala.
Com disco de vinil “dentro” da roda, a bicicleta possui design nostálgico, inspirado em antigos tocadores de música. A única fonte de energia externa é uma bateria de 9 volts para o amplificador de som. O tempo da música varia de acordo com a velocidade com que se pedala. Dessa forma, cada estilo musical demanda uma velocidade mais ou menos determinada.
Com disco de vinil “dentro” da roda, a bicicleta possui design nostálgico, inspirado em antigos tocadores de música. A única fonte de energia externa é uma bateria de 9 volts para o amplificador de som. O tempo da música varia de acordo com a velocidade com que se pedala. Dessa forma, cada estilo musical demanda uma velocidade mais ou menos determinada.
Clique no vídeo para conhecer melhor a Feats Per Minute.
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