terça-feira, 4 de outubro de 2011

Bike que brilha no escuro traz mais segurança ao ciclista noturno

A bike é a terceira versão da linha Urban Mobility, da Puma, uma coleção criada de acordo com as necessidades de um morador da cidade


As características adicionais da bike são os pneus robustos e um mecanismo semi-dobrável rápido e fácil, para uma maior comodidade

São Paulo - A bicicleta “Puma glow-in-the-dark”, ou bicicleta que brilha no escuro, é ideal para quem quer pedalar à noite pela cidade, mas não abre mão da segurança. Ela foi criada pela empresa alemã Puma e já é comercializada em muitos países.
A "Puma glow-in-the-dark" é ideal para pedalar na cidade. Ela tem uma engrenagem simples, inclui um sistema de bloqueio integrado, fio de segurança que pode ser retirado evitando furtos, freios a disco, rodas em liga de prata e uma corrente de aço carbono.

A bike é a terceira versão da linha Urban Mobility, uma coleção criada de acordo com as necessidades de um morador da cidade. Isso inclui vestuário, acessórios e calçados. Mesmo assim, esta é a primeira feita com um quadro que brilha.

As características adicionais da bike são os pneus robustos e um mecanismo semi-dobrável rápido e fácil, para uma maior comodidade. Este projeto fácil de dobrar torna a bike uma companheira de viagem perfeita e permite que os passageiros tenham fácil acesso dentro e fora dos transportes públicos, carros ou elevadores. Este elemento oferece todos os benefícios de uma bicicleta dobrável, sem comprometer o estilo.

Disponível em duas opções de cores, creme que se transforma em verde brilhante (no escuro) e laranja que fica dourada, todo mundo na rua vai ser capaz de vê-lo chegando. Ela brilha especialmente se for deixada exposta à luz do sol durante todo o dia, assim à noite o brilho dura por várias horas.

Com este quadro peculiar o ciclista ficará mais seguro, especialmente quando for combinada com um capacete, luzes dianteiras e traseiras. Com uma aparência única externa, os ciclistas urbanos podem expressar seu estilo pessoal e se sentir seguro ao mesmo tempo, além de contribuir para o meio ambiente e para sua saúde.

As bikes estão disponíveis nas lojas PUMA selecionadas em todo o globo, e o preço é superior a US$ 1600.

Bicicletas Taeq chegam às lojas do Extra

Bicicletas Taeq chegam às lojas do Extra

Os clientes do Extra já podem encontrar nos hipermercados da rede a bicicleta Taeq, marca exclusiva do grupo Pão de Açúcar. O design diferenciado do produto, com quadro em alumínio rebaixado, rodas de aro 27 com pneus mais finos, selim com gel, câmbio de 21 velocidades e trocador de marchas de alta precisão, oferecem mais praticidade ao pedalar e mais conforto ao ciclista. O preço sugerido é de R$799,00.

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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O Uso da Bicicleta Como Forma de Mobilidade Urbana Sustentável no JAPÃO


O Uso da Bicicleta Como Forma de Mobilidade Urbana Sustentável

Nos últimos anos, o uso da bicicleta como meio de locomoção vem aumentando gradativamente. Até bem pouco tempo atrás a bicicleta era vista como meio de transporte das camadas menos favorecidas da sociedade, ou usadas somente para lazer, nos fins de semana.

A preocupação com as questões ambientais, é um aspecto central hoje de todas as atividades humanas, refletindo uma preocupação crescente com o que se denominou como desenvolvimento sustentável.

Com essas grandes mobilizações nas questões ambientais, a bicicleta começa a ganhar mais adeptos, pois podemos dizer que a bicicleta é “transparente” ou “invisível” na circulação, não só por suas características físicas extremamente simples, mas também pelo baixo impacto que causa ao meio ambiente, seja pela ausência de ruídos e de emissão de gases poluentes. A ONU elegeu a bicicleta como o transporte ecologicamente mais sustentável do planeta. O conceito de transporte ambientalmente sustentável foi então definido como os transportes que não colocam em perigo a saúde publica ou os ecossistemas.

bicicleta, como meio de locomoção


Apesar das campanhas de incentivo, o número de bicicletas circulando pelas ruas é insignificante comparado aos países da Europa e Ásia.

No Japão, a quantidade de bicicletas circulando pelas ruas é impressionante. Em qualquer ponto da cidade, vemos pessoas de todas as idades pedalando; crianças brincando, estudantes indo para escola, senhoras idosas indo para o supermercado e pessoas indo para o trabalho, desde operários das indústrias até executivos engravatados.

Estudantes a caminho da escola


Não existem ciclovias no país, motoristas, ciclistas e pedestres, convivem harmoniosamente, respeitando seu espaço, cumprindo as normas do trânsito, trafegando lado a lado.

O Japão, é o terceiro país com maior número de bicicletas, só perdendo para Estados Unidos e China, que tem populações bem maiores.

A topografia plana do país também ajuda o uso da bicicleta, ruas muito bem conservadas, sem buracos, obras ou obstáculos tornam o deslocamento bem fácil e tranqüilo.

Apesar do alto poder aquisitivo do povo japonês, das vias muito bem conservadas, o automóvel é usado com mais freqüência nos fins de semana. Nos dias úteis a bicicleta e os trens ou metrô são os meios de locomoção mais utilizados.

Nas estações de trem e metrô, os estacionamentos para bicicletas são enormes, e estão sempre lotados, são milhares espalhadas em vários andares.

Estacionamento de bicicletas na estação de trem


Nas universidades também existem grandes ares destinadas às bicicletas.

Em qualquer indústria, órgão público, comércio ou condomínio existe uma área reservada para estacionar as bicicletas.

Bicicletas estacionadas em frente a uma loja de departamento



Em questão de segurança, nas grandes avenidas com trafego intenso de veículos, os ciclistas utilizam a passarela de pedestre, pois existe uma rampa junto aos degraus destinada especialmente aos ciclistas.

Enfim, o país dispõe de toda estrutura para o deslocamento urbano usando a bicicleta.

Turma da "magrela" toma conta dos circuitos da F-1

Turma da "magrela" toma conta dos circuitos da F-1

Bruno Senna anda de bike nos tempos de Hispania
Bruno Senna é um dos que não perde a oportunidade de andar de bicicleta nas pistas, assim como Trulli e Chandhok


Parte obrigatória do treino cardiovascular da maioria dos pilotos, a bicicleta acabou virando paixão para alguns pilotos. A turma do triathlon, Bruno Senna, Lucas di Grassi, Jenson Button e Nico Rosberg, não dispensa a magrela nos treinos e há também os fanáticos pelo ciclismo em si, como Jarno Trulli e Fernando Alonso.

Mas tem uma turma que não perde nem a oportunidade de andar nos circuitos nos finais de semana de corrida acompanhado de suas bikes. É a turma de Bruno Senna.

“Sempre eu, o Karun [Chandhok] e o Trulli [trazemos a bike para os circuito]. Algumas vezes, tem um pessoal que leva bike, mas os mais regulares somos nós três.”

O indiano, inclusive, revelou recentemente que perdeu 26kg em menos de seis meses para poder se tornar piloto. Quando saiu do colégio, o atual piloto reserva da Lotus pesava 96kg.

Com Karun bem mais bem condicionado que na época de escola e Trulli há muitos anos mandando ver na magrela, será que Bruno aceitaria um desafio?

“Eles estão com um pouco mais de tempo para praticar do que eu, mas, se der para fazer umas voltinhas a mais de bike, eu os chamo para uma competiçãozinha.”

A bicicleta "rápida" demais para as ruas




O recordista Francesco Russo (dir.) e Damjan Zabovnik, o designer da bicicleta "Eiviestretto".
O recordista Francesco Russo (dir.) e Damjan Zabovnik, o designer da bicicleta "Eiviestretto". (Team Eiviestretto)

Francesco Russo é o homem mais rápido do mundo em uma bicicleta não motorizada. Há pouco tempo ele melhorou seu recorde para 91 km/h.


No dia a dia, as bicicletas reclinadas ainda são uma rara aparição nas ruas, mas muitos as consideram ideais para um transporte sustentável.


A bicicleta "Eiviestretto", na qual o ciclista Francesco Russo bateu o recorde mundial de velocidade na pista de corrida Lausitz-Oval (Alemanha), é quase um foguete sobre rodas. Depois da largada, o bernense de 33 anos conseguiu alcançar durante sua tentativa de 60 minutos velocidades de quase 100 quilômetros por hora. A força-motriz era simples: músculos.

O corpo aerodinâmico é totalmente adaptado ao piloto. É como se fosse uma segunda pele feita de carbono, tão próxima fica ela do seu corpo magro e bem treinado. Por isso Russo encurtou os pedais e até mesmo chegou a modificar seus sapatos de ciclismo.

O segredo está na posição: Russo fica deitado de costas com a cabeça para frente, o que lhe permite ver a pista apenas através de um espelho. Assim pode se considerar a "Eiviestretto" como uma interpretação extrema de um voo rasante, como se vê nesse tipo especial de bicicletas reclinadas.

O elaborado conceito surgiu de um estudo de aerodinâmica, fator fundamental para alcançar elevadas velocidades. Para elevá-las de forma linear é necessário aumentar ao quadrado a força aplicada aos pedais.

Quase 100 km/h

"O fato de termos batido um recorde já na primeira tentativa mostra que ainda há potencial", explica Russo. Ele considera possível um aumento de três quilômetros/hora. Assim seria batida a marca dos 95km/h e, portanto, pouco abaixo dos 100km/h.

A técnica interna e a aerodinâmica da bicicleta foram colocadas à prova por Russo, em todos os sentidos. A prova disso é que a "Eiviestretto" ainda rodou seis quilômetros adicionais, a partir do momento que a velocidade máxima foi alcançada, sem que Russo precisasse pisar nos pedais.

Ele vê também potencial no próprio condutor. "Posso me preparar de forma específica", declara. Sua carga anual de treino em bicicletas normais de corrida é distinta. "A metade de quilômetros percorridos pelos corredores profissionais". Estes chegam a fazer até mais de 40 mil quilômetros por ano.

Para Russo e sua equipe, a "Eiviestretto" é um laboratório rodante, cujo objetivo é alcançar os limites da velocidade em cima de duas rodas e elevar constantemente os recordes.

Tão rápida como um carro

Para o recordista mundial, o conceito da bicicleta reclinada como as que são utilizadas no cotidiano, ou seja, sem carcaça especial e uma posição deitada mais confortável, assim como equipamentos de alta tecnologia, tem potencial. "Na Alemanha ou na Holanda, onde existem muitos lugares planos, as bicicletas reclinadas podem chegar até aos 30km/h", explica Russo.

"De fato, nesses países as bicicletas ou os triciclos reclinados são comuns nas ruas. Porém na Suíça elas são utilizadas por uma minoria", afirma Pete Mijnssen, redator-chefe do Jornal do Ciclista e também proprietário de uma bicicleta reclinada. A publicação é o órgão oficial da Associação Pró-Bicicleta, cujo objetivo é lutar politicamente por mais espaço e segurança para o transporte em bicicletas.

"Dirigi-las é, no início, uma questão de se acostumar. Mas quando isso ocorre, as bicicletas reclinadas demonstram ser bem rápidas", explica o sentimento.

Em um trânsito misto, como é comum na maioria das cidades suíças, o espaço nas ruas precisa ser compartilhado, especialmente com o bem desenvolvido sistema de transporte público. "Por isso a bicicleta inclinada acaba se tornando um obstáculo no trânsito", analisa Mijnssen. Outra razão de impedimento é a posição do condutor da bicicleta reclinada: ele acaba ficando quase na altura dos canos de escapamento dos veículos e respira os gases expelidos.

Francesco Russo indica outro problema para as bicicletas reclinadas: "Devido ao seu peso mais elevado, mais de vinte quilos, a aceleração com elas é muito mais cansativa. E também frear é mais complicado, sobretudo devido à maior velocidade."

Vantagens relativas

"O peso adicional traz a desvantagem de velocidade para as bicicletas reclinadas quando o condutor está subindo uma inclinação, como nas montanhas", esclarece o especialista Manfred Nüscheler. Esse é um argumento de "peso" para um país montanhoso como a Suíça.

Nüscheler também não considera que o impulso sobre uma bicicleta reclinável seja melhor do que nas bicicletas comuns. Medições comparativas da revista alemã especializada Tour (ciclismo esportivo) mostraram que isso não está provado. Detentor de diversos recordes no esporte, Nüscheler se tornou autodidata e especialista na área de transmissão ideal de força na bicicleta.

Ele também cita alguns riscos de segurança para a bicicleta reclinável. "No caso de ventos fortes e tempo ruim não é possível utilizá-la", diz, acrescentando outro ponto negativo. "Essas bicicletas são difíceis de ver no trânsito. Já houve até acidentes graves."



O triciclo "Klimax" com proteção de vento. (hasebikes.com)
Motor elétrico

O motor elétrico para bicicletas provocou um grande "boom" no setor. "Elas deram um grande incentivo", constata Mijnssen, para quem esse tipo de auxílio com ajuda da tomada traz cada vez mais pessoas - aposentados, turistas ou trabalhadores - traz novas possibilidades para a mobilidade familiar e incentiva o renascimento de tipos desaparecidos de bicicletas como as de transporte.

"O motor elétrico ajuda na subida de um morro, enquanto que no plano o condutor pode desligá-lo", lembra Francesco Rossi. Já para ele as bicicletas reclináveis que funcionam só com o músculo podem alcançar velocidades entre 70 e 80 quilômetros por hora podem ter problemas na hora do licenciamento.

"Já graças aos motores elétricos, as bicicletas reclináveis poderiam se tornar interessantes na Suíça", considera Mijnssen. Ele vê potencial em modelos de moda como o "Klimax", de um fabricante alemão. “O triciclo não apenas é de multiuso, graças a sua capa protetora desmontável, mas também possui uma aparência de ficção científica.”

Ele gostaria de ver o corredor Francesco Russo dirigindo um desses veículos, mesmo se o recordista não tiver nenhuma chance de superar as suas marcas.


Renat Kuenzi, swissinfo.ch
Adaptação: Alexander Thoele

Bicicletada São Paulo + Curitiba, 1º de outubro de 2011



 
Novamente a união das Bicicletadas Curitiba e SãoPaulo foi uma comunhão pela Vida nas ruas da capital paranaense. Em meio ao trânsito caótico, da cidade que não engana mais ninguém com a balela de “capital ecológica”, as bicis com seus coloridos, entusiasmados e intrépidos pedalantes, tomaram conta das ruas centrais que, para tormento maior dos carrólatras, estavam em obras.

O dia ensolarado ajudou, estava tão bonito quanto o mesmo evento do ano passado, não lembra ou não participou? Veja aqui.

Um excelente relato sobre o Quarto Encontro das Bicicletadas, foi redigido pela Miraní Bertanha , imperdível!

Abaixo, alguns registros fotográficos que, como de praxe, podem ser usados a vontade, só pedimos a gentileza de citar a fonte apontando um link aqui para o blog.
[Ver em slides]
[View with PicLens]




















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domingo, 2 de outubro de 2011

Bicicletas públicas gratuitas em Buenos Aires, um sucesso


Uma ótima notícia vem da agradável e sempre acolhedora Buenos Aires. Segundo reportagem do "La Nación", do Chile,cresceu 107% na capital argentina, no último ano, a quantidade de gente que utiliza a bicicleta na cidade. São 36 mil diariamente. O resultado foi apurado num levantamento feito pela Prefeitura com a Faculdade de Arquitetura, Desenho e Urbanismo da Universidade de Buenos Aires. Outro dado: cerca deduas mil pessoas usam por dia as bicicletas públicas gratuitas.

Nos últimos 18 meses Buenos Aires construiu 70 km de ciclovias, a mesma quantidade que havia antes, e instalou 18 estações de aluguel de bikes, que na maioria dos casos circulam pelas vias exclusivas. Aluguel é modo de dizer, porque elas são de graça.

No aumento do número de pessoas usando as bikes contribui decisivamente o sistema de aluguel de bicicletas. Foram 26.300 inscrições, com 201.500 viagens desde o lançamento, em dezembro passado. São 620 bicicletas amarelas, como as da foto, nas18 estações distribuídas por um circuito que percorre Buenos Aires de norte a sul, leste a oeste, passando por pontos importantes como Retiro, Constitución, Plaza Italia, Plaza Once, Puerto Madero, La Boca, Correo Central e Plaza de Mayo.

Segundo pesquisas, 54% dos que usam as bikes o fazem para trabalhar; 12% para estudar; 11,5% como esporte; 8,4% como lazer e 14,1% por outras razões.

Diz o subsecretário de Trânsito e Transporte de Buenos Aires, segundo a reportagem:

"Os números mostram que se está dando um importante passo para uma mudança cultural na capital, apoiado por numerosas empresas que incentivam o uso da bicicleta como meio de transporte, criando estacionamento para elas e promovendo sua utilização".

O serviço de alguel das bicicletas é gratuito e funciona de segunda a sexta, das 8h às 20h, e aos sábados, de 9h a 15h. As bikes ficam disponíveis para quem se registra no sistema, ou pela internet ou nas estações.
Bacana demais, né?