sábado, 9 de abril de 2011

Ciclovia Rio Pinheiros ganhará acesso junto à Ponte Estaiada

A Secretaria dos Transportes Metropolitanos, em parceria com a TV Globo São Paulo, implantará uma passarela de acesso para a Ciclovia Rio Pinheiros, nas proximidades da ponte Estaiada.

A passarela TV Globo, como será denominada, ficará entre a Ponte Estaiada e a av. Morumbi, a 300 metros de distância de cada ponto.
Com ela, o percurso entre Vila Olímpia e a região da Av. Morumbi ficará a cerca de 2,5 km de distância. Já entre o começo da pista, na av. Miguel Yunes, e a nova passarela, ficará a 11,5 km.
A CPTM dará apoio técnico na elaboração do projeto e implantação da obra.

Na última terça-feira, dia 2, a STM também anunciou mais dois acessos: um já neste mês, na estação Jurubatuba, a 3,5 km de distância da entrada pela av. Miguel Yunes e a 9,5 km da estação Vila Olímpia.
Nos próximos meses, haverá outro na ponte João Dias, nas proximidades da estação Giovanni Gronchi do Metrô, a seis km de distância da estação Vila Olímpia.

Sobre a ciclovia

A ciclovia Rio Pinheiros foi inaugurada no último sábado, dia 27/2. Implantada ao longo de 14 km da Linha 9-Esmeralda (Osasco-Grajaú), a pista liga a av. Miguel Yunes (nas proximidades da estação Autódromo) à Vila Olímpia.

A ciclovia conta com um estacionamento para 48 automóveis na entrada pela av. Miguel Yunes, para os ciclistas que forem até o local de carro.
Também dispõe de dois Pontos de Apoio ao Ciclista no acesso sul, próximo à estação Jurubatuba, e no acesso da estação Vila Olímpia.
Os "Pontos" contam com banheiros, ambulatório e espaços para troca de pneus e manutenção das bikes. Há também um ponto de descanso próximo à estação Santo Amaro, que conta com banheiros químicos e bancada para reparo de bicicletas.

Durante o mês de março, a ciclovia funcionará diariamente das 5h30 às 19h, com entrada permitida até às 18h30. A partir de abril, a circulação diária será das 6h às 18h.
A CPTM trabalha no projeto de ampliação da ciclovia que, a partir do segundo semestre, terá mais seis km entre as estações Vila Olímpia e Villa-Lobos/Jaguaré, totalizando 20 km de extensão.
O novo trecho terá três passarelas: uma na estação Cidade Jardim, com acesso ao Parque do Povo, e as outras duas nas estações Cidade Universitária e Villa-Lobos/Jaguaré.

Guerra no trânsito favorece acessos de fúria; especialistas explicam como prevenir




Recentes casos de atropelamentos de ciclistas, como o dos integrantes do Massa Crítica, em Porto Alegre, o dojovem que teria sido morto e abandonado por um deputado no Paraná, e o das ciclistas de São José dos Campos (SP) que foram atingidas por um carro em alta velocidade, chamam a atenção para problemas cada vez mais comuns nas grandes cidades brasileiras: violência, imprudência e descontrole emocional no trânsito. Acessos de raiva quase tão intensos como aquele que ficou famoso no filme “Um Dia de Fúria”, estrelado por Michael Douglas, saíram das telas do cinema e foram parar nas ruas das capitais.
Falta de transporte público adequado, ruas que não comportam o número de carros, pessoas cada vez mais sobrecarregadas com compromissos e maior necessidade de deslocamento, pressão social por velocidade... Os fatores que levam a quadros críticos de ansiedade, estresse, frustração, agressividade em motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres são muitos e, na maioria das vezes, atuam em conjunto. Segundo os especialistas ouvidos pelo UOL Notícias, o trânsito nas grandes cidades piorou muito nas últimas décadas e tornou-se ainda mais urgente aprender a lidar com ele, dentro e fora do carro.
O primeiro passo, ressalta o especialista em segurança no trânsito Eduardo Biavatti, autor do livro “Rota de Colisão”, é entender que o espaço é público, ou seja, é de todos. “Quando alguém perde completamente o controle emocional ao volante ou sai em disparada atravessando a pé uma avenida, confrontando os carros e ônibus, esse ato é o ápice de muitas causas. A disputa por cada metro pode desencadear o ódio de condutores e pedestres, mas isso se dá, por outro lado, porque nenhum deles foi capaz de compreender que o espaço não lhes pertence. Acredito que seria um avanço disseminar essa noção básica de cidadania: o carro é seu, mas o espaço é de todos”, diz. 
Além disso, defende ele, o brasileiro é um “sabotador de regras” e isso tem grande reflexo no trânsito das cidades. “Fazemos isso de modo tão generalizado e tão intencional que o Estado torna-se absolutamente incapaz de punir”.
O psicólogo Luís Riogi Miura, que há mais de duas décadas lida com políticas de trânsito, concorda. Segundo ele, quanto mais permissiva é a sociedade e quanto maior o sentimento de impunidade, mais graves serão as reações. “Nós temos uma grande quantidade de infrações, acidentes e crimes porque nossas regras, apesar de serem boas, são falhas e as pessoas abusam, principalmente aqueles que se acham mais fortes. Na guerra entre motoristas, ciclistas e pedestres, o mais fraco e vulnerável é sempre a vítima. E o que muda essa lei do mais forte é a civilidade, e respeito às regras”, explica.
Miura, que foi responsável por implantar com sucesso campanhas educativas em Brasília (DF), Maringá (PR) e Boa Vista (RR), como a do respeito à faixa de pedestres e ao uso do cinto de segurança, acredita que educar o motorista para respeitar o mais fraco é uma solução, mas de muito longo prazo. “Quem sabe com mensagens educativas nossos netos já comecem a mudar alguma coisa. Mas acho que a educação não corrige uma falha que vem dos pais. Isso só os agentes públicos com punições personalizadas”, defende. "A educação poderia levar a maioria dos cidadãos a aderir às regras voluntariamente, mas ela pode muito, mas não pode tudo", completa Biavatti.

Preparo e racionalidade

De acordo com os especialistas, é difícil determinar o que vai provocar uma reação explosiva ou exagerada. Ela costumar ser consequência de um acúmulo de sentimentos, que normalmente não têm origem no trânsito, mas são provocados basicamente por pressão e estresse, seja da família, do trabalho ou até do sistema do país. “Isso acontece bastante no nosso dia-a-dia. Tem dias que você está bem, tem dias que sua defesa está fragilizada e os estímulos externos te afetam. Todo mundo tem reações desproporcionais, exagera”, lembra Miura.
No trânsito, no entanto, certas reações ganham maiores proporções. “Nós já vamos para os congestionamentos emocionalmente afetados e usamos o outro como forma de descarregar nossa frustração, com agressão e xingamentos”, ressalta Fabio de Cristo, psicólogo do Laboratório de Psicologia Ambiental da UnB (Universidade de Brasília), que estuda comportamento no trânsito.
O especialista também acredita que a reação explosiva depende muito da forma como a pessoa interpreta as situações e, por isso, pode ser evitada. “Na maioria das vezes, o indivíduo acha que foi uma situação injusta ou uma falta de direito do outro e, por isso, reage com raiva, agressividade e vontade de ferir o outro. Acho que o que faz a gente ter acessos de fúria é a impossibilidade de se comunicar. Vidros fechados e escuros nos levam a interpretar erroneamente a atitude do outro e sempre acabamos vendo uma ação como uma tentativa de nos prejudicar, mas nem sempre é isso”, destaca.
Nessas horas, só mesmo o preparo mental e uma mudança de postura resolvem, ressaltam os especialistas. “É preciso acionar a racionalidade. Sabendo que existem limitações na hora de interpretar uma situação, vale se questionar. O questionamento é importante para fundamentar a conduta agressiva”, diz Cristo.
O médico comportamental José Roberto Leite, do Departamento de Psicobiologia da Unifesp, explica que é possível controlar as reações. "E acho que a sociedade deveria ter uma preocupação mais efetiva com esse assunto. Não adianta apenas coibir e punir, precisamos aprender a lidar com o comportamento. É preciso uma abordagem mais coletiva. Por exemplo, ensinar certas estratégias, como a meditação, técnicas de relaxamento, ensinar a lidar com o estresse”, defende 
Segundo ele, mais eficientes que cursos de reciclagem sobre as leis de trânsito, como os aplicados em quem comete muitas infrações, seriam cursos para mostrar de uma forma séria como lidar com estresse e mudar o comportamento. “Aqui no laboratório, a meditação tem se mostrado muito eficiente para lidar com a impulsividade e a agressividade, porque é barata e fácil de ensinar. Ela reduz a ansiedade e a depressão, aumentando a sensação de bem estar”, conta.
fonte : http://noticias.uol.com.br

sexta-feira, 8 de abril de 2011

BICICLETADA ZL - SÃO PAULO - ZONA LESTE 08/04/2011 MASSA CRITICA ABRIL







































Local – Praça Silvio Roméro – Tatuapé
Concentração:  18h30
Saída :  20h00


São aproximadamente 12km da praça do ciclista à Praça Silvio Roméro.

A Bicicletada acontece em São Paulo na Praça SILVIO ROMERO (TATUAPÉ)

Praça do Ciclista ( esquina da avenida Paulista com a Consolação ). O encontro começa as 18 horas e saímos em massa critica por volta das 20 horas ocupando as ruas para festejar a bicicleta como meio de transporte.
TODA ÚLTIMA SEXTA FEIRA DO MÊS


Praça Silvio Romero (em frente a igreja e do lado do posto policial, junto ao Sino) O encontro começa as 18h30 horas e saímos em massa critica por volta das 20 horas ocupando as ruas para festejar a bicicleta como meio de transporte.
TODA SEGUNDA SEXTA FEIRA DO MÊS 

A Massa Crítica Paulistana convida as pessoas a ocuparem o espaço público de maneira inteligente. Sempre com muita alegria, pessoas em seus veículos não-motorizados irão comemorar de uma maneira nada tradicional a "Mobilidade" todos cidadãos da cidade.

"Você aí parado, venha comemorar conosco, é o melhor lado!"

Aqui todo mundo é bem vindo, não importa o valor do seu carro ou a grife da sua cueca.

Venha como puder.....


A Bicicletada Paulistana (Critical Mass) acontece sempre na última sexta feira do mês há mais de 8 anos, e em mais de 400 cidades do mundo, simultaneamente. Para participar, a única obrigatoriedade é comparecer ao ponto de encontro com um meio de transporte não motorizado. Pode ser Bicicleta, Patins, Skate ou até mesmo com seus próprios pés.

Não tem bicicleta ou não sabe pedalar ?...sem problemas. Apareça o quanto antes na praça do ciclista e veja como fazer para pegar uma bicicleta emprestada, ou faça uma horinha conosco por lá.


  
Se ainda não conhece venha participar.



Computador com GPS para ciclistas chega ao Brasil por R$ 1,7 mil 'Rider50' traça rotas, registra distância, tempo e queima de calorias.


Computador com GPS para ciclistas chega ao Brasil por R$ 1,7 mil 


'Rider50' traça rotas, registra distância, tempo e queima de calorias.
Aparelho resiste à água e compartilha dados dos treinos pelas redes sociais

Rider50, GPS para bicicletas (Foto: Reprodução/Brytonsport)Rider50, GPS para bicicletas chega por R$ 1,7 mil
(Foto: Reprodução/Brytonsport)
A Bryton, especializada em produtos para o segmento de fitness, lançou o ciclocomputador Bryton Rider50, aparelho com GPS integrado que permite traçar rotas, gravar trilhas, monitorar resultados de treinos e ainda possui uma central de treinos personalizada para controlar o nível de exercícios e calorias queimadas.
O aparelho possui o mapa do Brasil pré-instalado e pode monitorar dados como: distância, cadência, velocidade, calorias, batimentos cardíacos e altitude. O Rider50 conta ainda com seis modos de treinamento, possibilitando que cada usuário utilize a melhor opção de acordo com seu condicionamento físico e tipo de bicicleta. Resistente à água, tem entrada para cartão micro SD e autonomia de até 15 horas de uso contínuo.
Sua fixação é no guidão, em suporte fornecido com o produto. Por meio de conexão miniUSB, o ciclista pode compartilhar suas experiências com pessoas em qualquer parte do mundo, pelas redes sociais. Essa função, chamada de BrytonBridge, transfere os dados do treinamento para a web. Com isso, é possível participar de uma comunidade onde o usuário forma equipes e cria competições, além de traçar objetivos e acompanhar os resultados de ciclistas profissionais.
O ciclocomputador Rider50 está à venda no site do fabricante por R$ 1,7 mil. A empresa disponibiliza assistência técnica para todo o território nacional por telefone e e-mail.
Rider50, GPS para bicicletas (Foto: Reprodução/Brytonsport)Telas do Rider50, GPS para bicicletas (Foto: Reprodução/Brytonsport)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Em Triciclo Infantil Comediante aposta corrida contra ônibus de Nova York e VENCE !!!

Trânsito é trânsito e vice-versa, como diria o comentarista esportivo. O fato é que se você fica indignado com o excesso de veículos (e lentidão) na sua cidade, saiba que você não é o único. O comediante Mark Malkoff, 35, resolveu se manifestar por meio de uma espécie de "Corrida Maluca" (lembra do desenho animado?). Malkoff montou em um triciclo infantil e apostou corrida contra um ônibus de Nova York. E venceu.
                                                      
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mais informações e video em : http://www.dailymail.co.uk/news/article-1374020/Comedian-Mark-Malkoff-beats-New-York-City-bus-race-Midtown--childs-tricycle.html

quarta-feira, 6 de abril de 2011

prato do dia

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Luvas & Meias refletivos para ciclistas


Luvas & Meias para ciclistas

 Esta sacada da galera mega-criativa da SuckUK é bem legal. Uma dupla de produtos simples, mas absolutamente geniais: meias e luvas com sinais refletivos! O uso é óbvio e bastante útil. As luvas, naturalmente usadas para proteger as mãos de tombos e do frio, possuem setinhas que refletem a luz dos faróis, facilitando a indicação de entrada à esquerda ou à direita. Nas meias a mesma coisa, com a diferença que o desenho é o de uma bike. Basta puxar as meias por cima da calça, como muitos já fazem para evitar sujá-la, e pronto! Dois sinais que brilham, alertando os motoristas incautos. Cada par custa 15 libras.




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